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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Licença para… Secretariar?


Há quem diga (lá está: estereótipo!) que quem segue esta área de estudos é porque não é muito inteligente, ou porque não é bom com números ou porque pretende apenas ter um curso superior fácil...

Numa economia global que requer das organizações adaptações constantes, é normal que passe a haver um grau de exigência acrescido por parte das organizações relativamente à função, dado que este profissional tem visto a sua profissão crescer em termos de responsabilidades e da amplitude de atividades e tarefas.

As habilitações específicas deveriam, portanto, ser um fator-chave, se não mesmo um requisito eliminatório, exigido pelas organizações aquando da contratação, como fazem para tantas outras profissões. Por outro lado, a falta de pessoas com formação específica obriga as organizações a contratar recursos humanos com formação noutros domínios – línguas estrangeiras, psicologia, história, etc. – opção que, muitas vezes, faz despertar uma paixão, nunca antes imaginada, pela profissão.

Porque será então que não se descobriu antes o gosto por esta área e se apostou nela? Talvez pelo estereótipo da monotonia e fraco estímulo intelectual associados à profissão; talvez pela influência de familiares para prosseguimento de estudos noutros domínios que consideram mais promissores.

Relativamente à experiência, creio que é mais importante o empenho e a vontade de aprender do que a experiência propriamente dita. Afinal todos temos de começar um dia e, ainda que a experiência faça diferença, qualquer profissional deverá sempre ter uma atitude humilde, ser curioso e ter uma mente aberta.

Com preparação técnica ou não, é contudo imperativo fazer a diferenciação entre um verdadeiro profissional de secretariado (mesmo virtual) de um indivíduo que abrace esta função como uma segunda opção - sem brio, paixão ou respeito pela profissão-, como um mal menor. Uma cédula profissional poderia assim ser uma forma de atestar esta diferença, atribuída em resultado de formação académica específica ou de creditação da experiência profissional.

Bruna Ferreira (Estudante do 2.º ano)

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