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Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Estrangeirismos: comodismo ou necessidade?

Sou portuguesa e, como tal, tenho orgulho na minha língua, dando o meu melhor para lhe fazer jus. Portanto, leio em português, escrevo em português e, sempre que posso, ouço música em português. Mas a verdade é que não é fácil agarrarmo-nos somente à nossa língua.


Vivemos numa época em que o mercado laboral é extremamente exigente. Temos de possuir uma série de competências pessoais e interpessoais e, para além disso, temos de possuir outras tantas competências técnicas, que nos distingam dos demais. Entre estas últimas podemos destacar as línguas estrangeiras, das quais o inglês faz parte. No dia-a-dia, consequentemente, falamos inglês como se fosse a nossa língua materna. Falamo-lo tanto ou tão pouco que acaba por se tornar numa muleta: quando não nos recordamos de uma palavra, mesmo que exista em português – porque existe –, utilizamos uma palavra inglesa que, aparentemente, nos ajuda a transmitir a mensagem. Quando damos conta, já adotámos a dita palavra, que utilizamos como se de português se tratasse.


A verdade é que, provavelmente, não há necessidade de utilizar palavras estrangeiras no lugar das portuguesas – que são tantas –, mas a preguiça apodera-se de nós e começamos a mudar o português, em vez de nos ficarmos apenas por utilizar o inglês. Aí, começamos a “checar” ou a “ticar” as listas de tarefas; a “scanear” documentos; a dar algum “input” sobre um tema “stressante”, cujo “deadline” se aproxima. Se trabalharmos numa multinacional ou numa organização fortemente relacionada com parceiros internacionais, estas palavras - que já utilizamos diariamente - são adicionadas de tantas outras, por força da circunstância (e da tecnologia), como “downsizing”, “brainstorming”, “benchmarking”, “empowerment”, “email” ou “site”.

Pessoalmente, não sei se isto é a língua portuguesa a evoluir ou se somos nós, portugueses, a regredir. Não sei se é a força do hábito que nos faz usar vocábulos estrangeiros, mas a verdade é que “a preguiça é a mãe de todos os [maus] vícios”. Se não queremos perder o que faz de nós portugueses, temos de pensar: isto será mesmo necessário ou somos apenas nós, comodistas, que o queremos?

Andreia Gonçalves (Finalista)


Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Personal and Executive Assistants on a High


In today’s (ex)change-filled business universe, known as “globalization”, the role of well-versed and highly educated Personal and Executive Assistants is one which will increasingly be recognized as invaluable across all trade and societal sectors.

These professionals are the backbone and liaison factors in societies, organizations, corporations and the support figures in private offices and homes of the powerful and the famous. The job opportunities before them are as vast as their imaginations.

By empowering themselves with the tools, knowledge and character-building insight that a BA or (even better) an MA in this area can give them, a well-paid, challenging and extremely fulfilling life-long career awaits them – anywhere in the world, in any sector. Be it in a family business or a multinational or a conglomerate, be it working in a politician’s, a lawyer’s, an actor’s, a singer’s or a millionaire’s home office. The sky’s the limit.

In Portugal this opportunity is provided by THE most sought-after and renowned Institution of Higher Education in this and other fields – Universidade Europeia | Laureate International Universities… our Faculty. And that’s certainly something to be proud of, is it not?

Olga Calado
LEP Coordinator and English Lecturer at Universidade Europeia | Laureate International Universities

Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Técnicas de Comunicação e de Expressão: importa escrever e falar bem?


 

Quem olha para o plano de estudos da licenciatura de Secretariado e Comunicação Empresarial e vê o nome desta UC percebe, naturalmente, que irá abordar questões relacionadas com a comunicação e com a forma como nos expressamos. Mas, afinal, o que haverá ainda para aprender?
 
Esse é o primeiro desafio que costumo colocar aos meus alunos: falando nós português desde que nascemos, ouvindo e lendo em português todos os dias e a toda a hora, será que alguma vez refletimos sobre a forma como falamos e escrevemos? Ou ainda, será que alguma vez parámos para pensar no (complexo) processo como recebemos e transmitimos a informação? Será a nossa forma de comunicar 100% eficaz? E será que alguma vez questionámos a forma como os outros se nos dirigem, seja através das redes sociais ou mesmo dos órgãos de comunicação?
 
Procuro, então, antes de mais, sensibilizar os meus alunos para a importância de questionarem e de se questionarem, mas também para a importância de procurarem uma resposta sempre que surge uma dúvida... É fundamental que todos nós, falantes do português, e em particular todos os que fazem ou farão da língua portuguesa o seu “aliado número um”, como é o caso dos estudantes de Secretariado e Comunicação Empresarial, a utilizemos de forma correta e que asseguremos que as nossas ideias sejam transmitidas de forma exemplar.

Outro desafio é proporcionar aos estudantes o contacto com textos de diferentes tipos (desde a notícia ao texto literário, passando pela crónica, texto de opinião ou texto publicitário), de vários autores e de temas diversificados. Procuro, então, que os alunos contactem com diferentes realidades e com diferentes estilos e que, através deles, aprofundem o gosto pela escrita e que aperfeiçoem a forma como escrevem — e, claro, como falam. Se pensarmos bem, ao longo das nossas vidas, quer enquanto cidadãos quer enquanto profissionais, temos de nos saber expressar com clareza, seja para escrevermos um e-mail a um amigo ou para endereçar um convite aos clientes da nossa empresa, seja para escrever a ata de uma reunião (de condomínio ou de conselho de administração) ou ainda para atualizar a página da Internet da empresa onde trabalhamos... E, não menos importante, para nos destacarmos, pelo discurso claro, cuidado e coerente, na entrevista para aquele emprego com que sempre sonhámos...

Procuro ainda que as aulas sejam um lugar de debate e reflexão, de troca de ideias e argumentos; afinal, como poderemos defender o nosso ponto de vista se não nos conseguirmos expressar ou comunicar convenientemente?
 
Estes são, portanto, alguns dos desafios que proponho aos alunos de Secretariado e Comunicação Empresarial. Eu tenho aprendido muito ao longo de cada semestre... e espero que os estudantes também!
 
Joana Serafim
Docente da U.C. Técnicas de Comunicação e de Expressão

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ENGLISH – Essential Leverage for Today’s Successful Professionals


Fact – Nowadays the acquisition of foreign languages is mandatory for job seekers;

Fact – A language is acquired over time and frequent practice;
 
Fact – The more languages you know, the more job opportunities you’re bound to get;
 
Fact – English is the Lingua Franca on planet Earth;
 
Fact - English Certification is fundamental when job hunting;
 
Fact – Where your career is concerned, you can go far if you speak a foreign language, but you can do so much more just by being as fluent as you possibly can in English.
 
To help our future Executive Assistants obtain the job opportunity they aspire to, here are 12 WAYS TO LEARN, IMPROVE AND GUARANTEE YOUR FLUENCY IN ENGLISH:
 
1. Do a Placement Test to find out where your knowledge of the language stands;
 
2. Read short articles/texts/stories from reliable English sources (magazines/books/newspapers/Blogs/websites, etc.) on subjects that interest you on a daily basis;
 
3. Don’t look up the meaning of every word you read or hear that you don’t understand – only if it is essential for the overall meaning of the message the author is trying to convey. It’s time consuming and boring;
 
4. Try writing 5 minutes a day in English by copying a paragraph or two of what you read;
 
5. Listen to and/or watch TV programs in English without Portuguese subtitles (better yet – watch the same program two or three times). You’ll be surprised at how well and easily you understand the actors or hosts of these programs after the 3rd time!
 
6. Repeat the story/contents of these programs and read materials to yourself. When alone, try communicating with yourself and thinking in English as often as you possibly can;
 
7. When you speak in English don’t translate from Portuguese. Don’t worry about making mistakes – remember: communicating successfully and politely is more important than being 100% grammatically correct or word perfect;
 
8. Because communication is making yourself understood to others and understanding them in return, use all the communication tools at your disposal: gesticulate, make facial expressions, repeat yourself, smile, draw, write, point, etc. Communicating successfully is fun;
 
9. Listen to English songs you enjoy. Sing along and repeat the lyrics (easy to find online) until you’re able to sing the song on your own. Then move on to another song;
 
10. Look up free English lessons and Exercises on an internet search engine and use them to work on grammar and vocabulary – this works if you’re well-disciplined;
 
11. Use the English classes that are a significant part of your course curriculum, to put this knowledge into practice to add business-specific content to your English language skills;
 
12. Obtain the Cambridge Certificate that best guarantees your knowledge of this key universal language when presented to prospective employers.

Olga Calado
English Coordinator and Lecturer
ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities