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Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Razones para aprender Español

1. El español es hablado por 350 millones de personas, la segunda lengua a nivel internacional y lengua oficial de 21 países. Se maneja como lengua oficial en la Unión Europea, UNESCO, ONU, etc.
2. El español es una de las lenguas más frecuentemente usadas en el comercio siendo MERCOSUR un acuerdo comercial que ofrece una gran oportunidad para los negocios en América del Sur.
3. Hablar, escribir y entender español mejorará, sin dudas, sus oportunidades de empleo. La mayor parte de las empresas prefieren personal con sólidos conocimientos de español.
4. Hablar y entender español profundizará su conocimiento de la cultura hispánica.
5. El acercamiento a la cultura e historia de España o Sudamérica les ofrecerá una percepción más profunda de los paísis con un importante papel en la vida económica mundial.
6. En muchos países, como por ejemplo Portugal debido a su proximidad geográfica, los hispano-hablantes constituyen un alto porcentaje de turistas.
7. Aprender español implica entrar en contacto con una lengua de enorme tradición cultural. Nos introduce en un universo literario: Cervantes, Garcilaso de la Vega, Adolfo Béquer,... artístico: Picasso, Diego Velásquez, Antoni Gaudí, Granados y nos aproxima a directores de cine como Carlos Saura, Julio Medem y Pedro Almodóvar.
Así creemos que estas razones pueden ser base para un gran y nuevo desafío...
Solo es necesario: ATREVERSE.

Cristina Hernandez
Docente da UC de Espanhol

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial


É com muito gosto que disponibilizamos, a partir deste ano letivo, a licenciatura dupla em Secretariado e Comunicação Empresarial e em Gestão de Recursos Humanos e Organização Estratégica, cujo plano de estudos pode ser consultado aqui.


Acreditamos que esta oferta é complementar e que irá contribuir para aumentar a empregabilidade dos estudantes.

As inscrições para o ano letivo de 2013/2014 já estão abertas e com condições preferenciais. Informe-se aqui.

Ainda tem dúvidas sobre que curso tirar? Be SMART!

S  ecretariado engloba cultura geral, línguas, informática, direito, gestão, marketing, economia, comunicação, imagem e relações públicas, gestão documental, protocolo e eventos;
M  ultitasking, resolução de problemas, bom senso, determinação, diplomacia;
A  mbição, autonomia, organização, rigor, criatividade;
R  elevante é ter 90% de empregabilidade;
T  hink big!

A tradição na assessoria de topo.

Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em SCE

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

À conversa com... Maria do Rosário Braga da Cruz, Provedora do Estudante


A Mestre Maria do Rosário Braga da Cruz trabalha no ISLA Campus Lisboa há 32 anos. A sua carreira profissional foi praticamente desenvolvida nesta organização.

Tem o Curso Superior de Secretariado do ISLA. É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Em 1997, completou o Mestrado em Estudos Anglo-Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa.

É uma das pessoas mais respeitadas pelo Staff e pelo Faculty Staff. É a figura que defende e representa os estudantes junto da Direção e da Direção Académica.

Susana de Salazar Casanova: A sua carreira profissional tem sido desenvolvida no ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities. Foi Adjunta da Direção, Coordenadora da licenciatura em Secretariado a par de Coordenadora do Programa Erasmus. Como resume estes 32 anos de carreira?
MRBC: Foram anos muito enriquecedores. Os diversos cargos e responsabilidades que fui assumindo ao longo destas três décadas no ISLA permitiram-me experiências muito diversificadas. O facto, por exemplo, de ter sido Coordenadora do Programa Erasmus de 1991 a 2011 deu-me a oportunidade de contactar com universidades de diferentes países europeus, o que me permitiu uma abertura ao mundo que, de outro modo, dificilmente teria tido. Foi muito gratificante para mim observar a transformação que o período de mobilidade operou em todos os estudantes que o realizaram. Se a aprendizagem é sempre uma viagem que se inicia para um mundo novo, uma partida para alcançar um olhar diferente e mais profundo sobre a realidade, o Programa Erasmus demonstra, para além dessa vontade de partir, uma capacidade óbvia para ir ao encontro do outro nessa viagem que é, a todos os títulos, de louvar.

SSC: É curioso estar há tantos anos num estabelecimento de ensino superior e nunca aqui ter lecionado. A carreira académica não a atraiu?

MRBC: Embora tenha iniciado a minha vida profissional como docente de inglês no Ensino Secundário e, já a trabalhar no ISLA, tenha lecionado aulas de Português para Estrangeiros e duas disciplinas no âmbito do Secretariado, a verdade é que nunca me decidi pela docência. Já várias vezes me interroguei sobre as causas desta opção, tanto mais que sempre gostei muito de comunicar e de transmitir o que sei a todos os que me rodeiam, mas a verdade é que assim não aconteceu.
 

SSC: A sua imagem está e estará incontornavelmente associada à licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial que coordenou durante quase 3 décadas. Assistiu e promoveu várias mudanças relacionadas com o curso, como a passagem deste de bacharelato a licenciatura. Este foi um marco importante para reforçar a empregabilidade dos estudantes? 
MRBC: Embora o bacharelato e posteriormente a licenciatura tenham sido marcos importantes que não poderei esquecer, já que representaram o coroar de um conjunto de esforços que envolveu a colaboração de muitos, nomeadamente de ex-alunos de Secretariado que lutaram por esse objetivo, não creio que o grau académico, por si só, tenha reforçado a empregabilidade dos nossos estudantes e diplomados nas empresas privadas. O extraordinário desempenho de muitos dos profissionais de Secretariado que já se encontravam no mercado de trabalho desde os finais da década de 60, fazendo jus à boa formação que aqui tinham adquirido, contribuiu, isso sim, de uma forma decisiva para que o nome do ISLA se tivesse imposto nesta área do mercado como nenhum outro. Devo, no entanto, acrescentar que para os diplomados que exerciam, ou passaram a exercer a sua atividade na Função Pública, a obtenção do grau académico foi de extrema relevância, pois passou a possibilitar o acesso dos mesmos à carreira técnica superior.
 

SSC: As diversas reestruturações do plano de estudos têm procurado manter o curso ativo e preparar com qualidade e rigor os estudantes para o mercado de trabalho. Como foi evoluindo o plano de estudos ao longo destas três décadas? Contactou gestores e alumni?
MRBC: Para a mudança do plano de estudos do curso de bacharelato para o de licenciatura contei com o envolvimento de muitas pessoas a quem pedi colaboração, nomeadamente de gestores, de alumni e de docentes do ISLA de áreas científicas que pretendíamos incluir no elenco das disciplinas dos 4 anos do curso e que enriqueceriam os conhecimentos dos nossos alunos, tornando-os mais aptos a cumprir as tarefas que começavam, cada vez mais, a ser chamados a desempenhar nas empresas. Para além destes auxílios, procedi a um estudo aturado dos planos dos cursos congéneres em estabelecimentos de ensino europeus com os quais, já na altura, mantínhamos parcerias e, deste modo, se foi construindo o plano da licenciatura em Assessoria de Direcção, de 4 anos letivos, que viria a ser aprovado pelo Ministério da Educação, em 1993.
 

SSC: Sendo o secretariado e a assessoria uma profissão secular como explica o facto de hoje em dia esta profissão ainda ser alvo de tantos preconceitos e estereótipos?
MRBC: O facto de se poder aceder a esta profissão sem ter obtido previamente uma formação académica específica que permita o seu exercício concorreu para que se tivesse interiorizado a ideia de que qualquer pessoa, mesmo sem formação, poderia vir a desempenhá-la. Para se ser advogado, por exemplo, tem de se terminar a licenciatura em Direito e ainda obter aprovação no exame da Ordem dos Advogados. Embora na Função Pública trabalhem muitos profissionais de Secretariado, a categoria continua, inexplicavelmente, a não existir com essa denominação, à exceção dos Gabinetes Ministeriais e da Presidência da República, em que existe “Secretária Pessoal”. Podia continuar a dar-lhe vários exemplos de situações que, dado serem tão difusas, acabaram por, de alguma forma, contribuir para não se prestigiar esta função tanto quanto se devia.

Em 2013 como vê o futuro desta profissão? 

MRBC: Considero que um profissional de Secretariado competente é alguém que todos os gestores e demais chefias procuram e que, quando encontram, não podem dispensar, pois cria-se entre eles uma cumplicidade e uma confiança que não é facilmente substituível. Para comprovar o que lhe acabo de dizer, repare no número de gestores que levam consigo os profissionais que os secretariam quando mudam de empresa, ou quando são chamados a desempenhar funções no governo, ou até em organismos internacionais. Os profissionais de Secretariado têm um enorme poder delegado e estão de posse de muita informação, sendo pessoas de grande valia na organização. Quando tive a meu cargo o “Serviço de Emprego” do Curso de Secretariado pude constatar, de uma forma muito clara, o que lhe estou a transmitir, pois acompanhei de perto os percursos dos profissionais de secretariado formados pelo ISLA e, não raro, ouvi os elogios que lhes eram prodigalizados pelos gestores, advogados e dirigentes políticos que secretariavam. Esse trabalho, que desenvolvi ao longo de mais de uma década, contribuiu para que tivesse a perceção da importância de que se revestem não só as competências técnicas, mas também as características pessoais e as chamadas soft skills para o cabal desempenho da função. Ontem, tal como hoje, estou completamente convicta da relevância da função, que se vai adaptando, como é natural, às transformações operadas nas empresas que exigem profissionais com novas valências e conhecimentos muito mais abrangentes.
 

SSC: Em 2011, com a aquisição do ISLA-Lisboa pelo Grupo Laureate International Universities, assumiu o cargo de Provedor do Estudante. O que faz exatamente o Provedor do Estudante?
MRBC: O Provedor do Estudante é um cargo relativamente recente, e por isso mesmo ainda pouco conhecido que foi criado, em 2007, pelo RJIES – Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior e que tem como principal função a defesa e a promoção dos direitos e dos interesses legítimos dos estudantes, gozando, no exercício das suas funções, de total autonomia relativamente aos restantes órgãos das instituições de ensino. Como o Provedor do Estudante não tem poder decisório, deverá agir como mediador e dirigir aos órgãos competentes as recomendações necessárias para prevenir ou reparar injustiças que possam ter ocorrido, no sentido de melhorar os procedimentos. Deve ser, por conseguinte, um observatório permanente das instituições de ensino.
 

8. SSC: Nestes dois anos, quais têm sido as suas principais preocupações no apoio e na defesa dos estudantes?
MRBC: Tenho procurado ouvir e entender as causas das reclamações que os estudantes me apresentam e as razões da sua insatisfação. Só me sinto compensada no meu trabalho se todos os que se me dirigem, incomodados com alguma situação, saírem do meu gabinete com a certeza de que as suas reivindicações serão devidamente tratadas e acompanhadas por mim. O diálogo que estabeleço com os estudantes proporciona-me uma reflexão sobre o problema apresentado que irá fundamentar a proposta que dirigirei, posteriormente, aos órgãos estatutariamente competentes para o resolver.

SSC: No dia 17 de abril foi homenageada pelos estudantes da licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial. Como resume este momento?

MRBC: Foi algo de totalmente inesperado para mim. Deste modo, talvez não tenha conseguido exprimir por palavras o que senti ao ver o filme que os estudantes prepararam e o texto que elaboraram. Poderei resumir os sentimentos que esta homenagem em mim produziu em duas palavras: Emoção e Gratidão!

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Técnicas de Comunicação e de Expressão: importa escrever e falar bem?


 

Quem olha para o plano de estudos da licenciatura de Secretariado e Comunicação Empresarial e vê o nome desta UC percebe, naturalmente, que irá abordar questões relacionadas com a comunicação e com a forma como nos expressamos. Mas, afinal, o que haverá ainda para aprender?
 
Esse é o primeiro desafio que costumo colocar aos meus alunos: falando nós português desde que nascemos, ouvindo e lendo em português todos os dias e a toda a hora, será que alguma vez refletimos sobre a forma como falamos e escrevemos? Ou ainda, será que alguma vez parámos para pensar no (complexo) processo como recebemos e transmitimos a informação? Será a nossa forma de comunicar 100% eficaz? E será que alguma vez questionámos a forma como os outros se nos dirigem, seja através das redes sociais ou mesmo dos órgãos de comunicação?
 
Procuro, então, antes de mais, sensibilizar os meus alunos para a importância de questionarem e de se questionarem, mas também para a importância de procurarem uma resposta sempre que surge uma dúvida... É fundamental que todos nós, falantes do português, e em particular todos os que fazem ou farão da língua portuguesa o seu “aliado número um”, como é o caso dos estudantes de Secretariado e Comunicação Empresarial, a utilizemos de forma correta e que asseguremos que as nossas ideias sejam transmitidas de forma exemplar.

Outro desafio é proporcionar aos estudantes o contacto com textos de diferentes tipos (desde a notícia ao texto literário, passando pela crónica, texto de opinião ou texto publicitário), de vários autores e de temas diversificados. Procuro, então, que os alunos contactem com diferentes realidades e com diferentes estilos e que, através deles, aprofundem o gosto pela escrita e que aperfeiçoem a forma como escrevem — e, claro, como falam. Se pensarmos bem, ao longo das nossas vidas, quer enquanto cidadãos quer enquanto profissionais, temos de nos saber expressar com clareza, seja para escrevermos um e-mail a um amigo ou para endereçar um convite aos clientes da nossa empresa, seja para escrever a ata de uma reunião (de condomínio ou de conselho de administração) ou ainda para atualizar a página da Internet da empresa onde trabalhamos... E, não menos importante, para nos destacarmos, pelo discurso claro, cuidado e coerente, na entrevista para aquele emprego com que sempre sonhámos...

Procuro ainda que as aulas sejam um lugar de debate e reflexão, de troca de ideias e argumentos; afinal, como poderemos defender o nosso ponto de vista se não nos conseguirmos expressar ou comunicar convenientemente?
 
Estes são, portanto, alguns dos desafios que proponho aos alunos de Secretariado e Comunicação Empresarial. Eu tenho aprendido muito ao longo de cada semestre... e espero que os estudantes também!
 
Joana Serafim
Docente da U.C. Técnicas de Comunicação e de Expressão

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

A importância de uma experiência internacional

 
Num momento em que muitas são as empresas que apostam na Internacionalização para o desenvolvimento e dinamização dos seus negócios, é importante que todos os seus colaboradores estejam prontos para os desafios que se avizinham.
 
Atualmente, temos vindo a registar, no panorama nacional, uma nítida procura de profissionais que tenham vivido experiências internacionais, seja através período de estudos, como o tão conhecido programa Erasmus, seja de experiências reais em contexto de trabalho, como estágios internacionais.
 
São cada vez mais as instituições de ensino, tal como o caso do ISLA Campus Lisboa, que têm apostado, fortemente, na importância de os seus estudantes viverem experiências internacionais, maioritariamente pelas mais-valias que uma experiência desta natureza poderá proporcionar, tanto em termos pessoais como em termos profissionais e académicos.
 
Ter a possibilidade de estudar ou viver uma experiência de outra natureza num país estrangeiro permitirá ao estudante um crescimento notório, aliado a um aumento da responsabilidade, da compreensão e do respeito pelos seus pares, bem como das suas competências linguísticas - além, claro, da partilha de novos conhecimentos e, em alguns casos, da estruturação do networking, hoje em dia tão importante para todos nós.
 
As empresas apreciam profissionais destemidos, autónomos e que, num contexto internacional, se movam não criando anticorpos com outros profissionais estrangeiros, seja por desconhecimento da cultura, seja porque não estão preparados para tal. Numa esfera internacional, a diplomacia é primordial e, para que se consiga atingir um público diferente e com, certamente, necessidades diferentes, existe a premência de uma preparação de todos os intervenientes no processo.
 
A experiência internacional, devido à sua abrangência, permite desconstruir preconceitos e ver que existe muito mais além do que nos rodeia, isto porque iremos lidar, obrigatoriamente, com pessoas cujos backgrounds, valores e vivências serão muito díspares dos nossos, permitindo uma análise mais profunda de nós próprios, das nossas prioridades e objetivos, e preparando-nos melhor para os desafios do mundo global em que hoje vivemos.
 
Viver no estrangeiro é, indiscutivelmente, algo que só quem viveu esta experiência consegue entender e quer sempre repetir, mas que todos devem querer fazer, nem que seja por um período curto de tempo!

Diogo Marques dos Santos
Coordenador das Relações Internacionais do ISLA Campus Lisboa

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Metodologia das Ciências Sociais: As duas faces de Janus e a importância de criar o próprio futuro académico

 


A Unidade Curricular (UC) Metodologia das Ciências Sociais (MCS) continua a ser uma das disciplinas mais queridas e mais abominadas no primeiro ano das licenciaturas. Aqui e ali, não é raro encontrar-se testemunhos de estudantes que, ou louvam o que aprenderam em MCS, ou pura e simplesmente continuam sem perceber, sequer, a utilidade de frequentarem essa Unidade Curricular.

Tal e qual Janus, o deus romano que deu origem ao mês de janeiro, parece que a UC MCS tem duas faces, uma olhando para a frente e outra para trás, onde o sucesso e o insucesso escolar, e o amor e o ódio, se encontram quase sempre nas duas faces dessa mesma moeda. Bem entendido, parece-me que o grande problema da UC MCS é o facto de, bastas vezes, a sua enorme utilidade não ser inteiramente compreendida.





Afinal, para que serve a UC MCS? A resposta pode ser bem mais extensa e aprofundada do que aquela que aqui daremos, mas se quisermos simplificar as coisas, reduzindo a nossa argumentação à mais elementar justificação, creio que poderemos dizer o seguinte: a UC MCS serve exatamente para que os estudantes adquiram as competências necessárias em ordem a realizarem, no domínio das Ciências Sociais, investigações científicas e trabalhos de investigação com qualidade, rigor e competência.

Será útil adquirir essas competências? Sem qualquer dúvida, é o que defendemos. Essas competências são absolutamente essenciais para que os estudantes desenvolvam – seja ao longo da Licenciatura, seja até mais tarde, ao nível de um Mestrado ou de um Doutoramento – investigações acreditadas, sérias e pertinentes. Num tempo em que “o saber deve converter-se em capacidade” tal como Clausewitz já nos alertava no seu Da Guerra, é importante que os estudantes e demais comunidade académica estejam alertados para a necessidade de, todos juntos, lutarmos por um Ensino exigente e de prestígio, numa Escola de confiança.

Os professores desempenham aqui um papel importantíssimo porque, em grande medida, são eles que realmente podem fazer e potenciar a diferença. Não só relativamente à forma de encarar esta UC, mas também todas as outras UC; seja pela procura de uma alteridade assente em exemplos pessoais de independência, de inconformismo e de empenho, seja pela conquista dos estudantes através da exortação da sua vontade de vencer e do seu interesse em saber mais.

Abordar o processo de investigação em Ciências Sociais, desde a formulação do problema até à redação do trabalho final, passando pela constituição da amostra e escolha dos métodos e técnicas mais apropriadas para a recolha e tratamento dos dados, é, a todos os títulos, um desafio cada vez mais importante nos currículos das licenciaturas.

Disse um dia Peter Drucker (o “pai da Gestão”) que “a melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. A competitividade do mundo contemporâneo exige que, desde muito cedo, preparemos e criemos esse futuro. Desenvolver competências de análise, espírito crítico e tomada de decisão na UC MCS, são, a nosso ver, vantagens competitivas que não podem ser dispensadas, sob pena de hipotecarmos oportunidades futuras no nosso percurso académico e profissional.  É tempo de desmistificar a UC MCS e de agarrar esse futuro. Tal como na última frase da Ética, “vamos, portanto, começar”.
 


David Miguel Pascoal Rosado
Coordenador Científico GSPC e Coordenador da UC MCS
ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ENGLISH – Essential Leverage for Today’s Successful Professionals


Fact – Nowadays the acquisition of foreign languages is mandatory for job seekers;

Fact – A language is acquired over time and frequent practice;
 
Fact – The more languages you know, the more job opportunities you’re bound to get;
 
Fact – English is the Lingua Franca on planet Earth;
 
Fact - English Certification is fundamental when job hunting;
 
Fact – Where your career is concerned, you can go far if you speak a foreign language, but you can do so much more just by being as fluent as you possibly can in English.
 
To help our future Executive Assistants obtain the job opportunity they aspire to, here are 12 WAYS TO LEARN, IMPROVE AND GUARANTEE YOUR FLUENCY IN ENGLISH:
 
1. Do a Placement Test to find out where your knowledge of the language stands;
 
2. Read short articles/texts/stories from reliable English sources (magazines/books/newspapers/Blogs/websites, etc.) on subjects that interest you on a daily basis;
 
3. Don’t look up the meaning of every word you read or hear that you don’t understand – only if it is essential for the overall meaning of the message the author is trying to convey. It’s time consuming and boring;
 
4. Try writing 5 minutes a day in English by copying a paragraph or two of what you read;
 
5. Listen to and/or watch TV programs in English without Portuguese subtitles (better yet – watch the same program two or three times). You’ll be surprised at how well and easily you understand the actors or hosts of these programs after the 3rd time!
 
6. Repeat the story/contents of these programs and read materials to yourself. When alone, try communicating with yourself and thinking in English as often as you possibly can;
 
7. When you speak in English don’t translate from Portuguese. Don’t worry about making mistakes – remember: communicating successfully and politely is more important than being 100% grammatically correct or word perfect;
 
8. Because communication is making yourself understood to others and understanding them in return, use all the communication tools at your disposal: gesticulate, make facial expressions, repeat yourself, smile, draw, write, point, etc. Communicating successfully is fun;
 
9. Listen to English songs you enjoy. Sing along and repeat the lyrics (easy to find online) until you’re able to sing the song on your own. Then move on to another song;
 
10. Look up free English lessons and Exercises on an internet search engine and use them to work on grammar and vocabulary – this works if you’re well-disciplined;
 
11. Use the English classes that are a significant part of your course curriculum, to put this knowledge into practice to add business-specific content to your English language skills;
 
12. Obtain the Cambridge Certificate that best guarantees your knowledge of this key universal language when presented to prospective employers.

Olga Calado
English Coordinator and Lecturer
ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Bem-vindo ao GreatAssistants.blogspot.com!

O GreatAssistants.blogspot.com é um blogue de assessoria e secretariado dirigido fundamentalmente aos estudantes e alumni da licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial do ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities.

O GreatAssistants é um projeto coordenado por um grupo de quatro docentes: Susana de Salazar Casanova, Maria João Borges, Joana Serafim, Marcelo Oliveira.
 
A criação do GreatAssistants.blogspot.com foi motivada por dois objetivos:

1.    Ampliar a divulgação da área de assessoria/secretariado e da licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial;

2.    Mostrar o potencial desta profissão em termos de empregabilidade. 

O blogue irá ainda contribuir para desenvolver as competências dos estudantes em várias áreas e para aprofundar conhecimentos sobre assuntos relacionados com a licenciatura e com a prática desta profissão.

Queremos que esta iniciativa seja um recurso interessante e de apoio ao trabalho diário, e que suscite uma consulta frequente.

Estamos convictos de que este blogue será uma mais-valia para estudantes e profissionais. 

Pensar secretariado é pensar ISLA.

Tawfiq Rkibi – Coordenador Científico
Susana de Salazar Casanova – Coordenadora Executiva
Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial - ISLA Campus Lisboa | Laureate International Universities