- Em termos de organização, categorizar (categorize) a correspondência recebida é uma forma de ter uma perceção visual do que é necessário resolver e de que assunto se trata. No entanto, é preciso ter em atenção que há correspondência que não se justifica categorizar, devido à pouca frequência com que é recebida.
- Algo a não esquecer é a ativação da ausência do escritório (out of office) sempre que se está fora do escritório por períodos mais ou menos longos, devendo esta mensagem conter um contacto de outro colega que possa responder às questões que surjam, evitando que o cliente espere por uma resposta.
- A forma como é feita a visualização do Outlook pode fazer ganhar tempo na gestão dos e-mails. Por isso, deve selecionar-se uma vista adequada, personalizando as colunas que se pretende visualizar (reordenando, retirando ou adicionando informação) para facilitar a consulta e navegação.
- O painel de leitura (reading pane) deve ser posicionado consoante a preferência, ou mesmo desativado, se facilitar a gestão das mensagens.
- Podem utilizar-se bandeiras (flags) como sinalizadores de tarefas a cumprir, quando há seguimento a dar a um e-mail, definindo-se um prazo (dentro de 1 dia, uma semana ou até personalizar a data), adicionando também um lembrete (reminder) à flag.
- É possível utilizar as peças rápidas (quick parts) do separador Inserir, para responder mais depressa a e-mails de rotina, tendo vários textos-padrão (blocos ou mensagens) gravados.
- Podem criar-se regras (rules), que correspondem à automação de tarefas, definindo-se quando a regra deve ser ativada, sobre que mensagens incidirá e que ações devem ser executadas.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Vencer a guerra contra a Inbox (2)
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Renovação Extraordinária dos Contratos de Trabalho a Termo Certo
A Lei n.º 76/2013, de 7 de novembro, que entrou em vigor no dia seguinte à sua publicação no Diário da República, veio estabelecer um regime de renovação extraordinária dos contratos de trabalho a termo certo e o modo de cálculo da compensação pela sua cessação.
A que contratos se aplica este regime de renovação extraordinária?
Aos contratos de trabalho a termo certo que atinjam o limite máximo da sua duração até 8 de novembro de 2015, mesmo que já tenham sido objeto de renovação extraordinária, nos termos da Lei n.º 3/2012, de 10 de janeiro.
Qual o âmbito da renovação extraordinária?
Os referidos contratos podem ser renovados mais 2 vezes desde que observados os seguintes limites:
- a duração de cada renovação extraordinária não seja inferior a um sexto da duração máxima do contrato de trabalho a termo certo ou da sua duração efetiva (consoante a que for inferior);
- o limite da vigência do contrato de trabalho a termo certo renovado é 31 de dezembro de 2016.
A não observância destes limites tem como consequência a conversão do contrato em contrato de trabalho sem termo.
Quanto à compensação pela cessação destes contratos, o referido diploma legal remete para o regime já abordado anteriormente nas notas publicadas sobre “A cessação do contrato de trabalho (i)”.
Margarida Rodrigues, Advogada
Diários da República (xxx)
Divulgamos os principais destaques dos atos com interesse publicados, na última semana, em Diário da República.
Semana de 11 a 15 de novembro
Declaração de Retificação 50-A/2013 1.º Suplemento, 11/11/2013
Declaração de retificação à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que «Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 176, de 12 de setembro de 2013. Para download siga o link.
Resolução da Assembleia da República n.º 147/2013, 13/11/2013
Assembleia da República. Recomenda ao Governo que promova uma alteração ao Código do Imposto sobre Veículos (ISV), no sentido da redução do imposto a sujeitos passivos com mais de três dependentes. Para download siga o link.
Assembleia da República. Recomenda ao Governo que promova uma alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (Código do IRS), no sentido do aumento das deduções fiscais para famílias com mais de três dependentes. Para download siga o link.
Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial
Universidade Europeia: www.europeia.pt | Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Embaixadores da língua portuguesa na era digital
O desenvolvimento das novas tecnologias tem contribuído para uma importante e acelerada difusão de meios e formas de comunicação. O manancial de informação disponibilizado na Internet, que cresce exponencialmente a cada segundo, é, pois, de uma riqueza inestimável, servindo tanto os propósitos de quem se dedica ao estudo das línguas, nas suas diversas vertentes, como os das organizações, que, através de técnicas robustas de análise e processamento de dados, procuram extrair informação relevante acerca dos produtos e serviços que comercializam ou representam.
Paradoxalmente, apesar de os falantes utilizarem cada vez mais a Internet, quer na pesquisa de informação quer na produção dos seus próprios conteúdos (de acordo com os dados recentemente divulgados pela União Internacional de Telecomunicações, o português é a quinta língua mais falada na Internet), as dificuldades observadas na produção e compreensão de enunciados orais e escritos por parte dos falantes é cada vez mais acentuada. De facto, embora usando a escrita como meio de comunicação privilegiado nas redes sociais, os utilizadores tendem a desviar-se da língua-padrão, adotando um estilo telegráfico e pouco cuidado nas suas mensagens. Trata-se de um registo muito próximo da oralidade (oralidade secundária, nas palavras de Walter J. Ong), onde o recurso a símbolos e a combinações gráficas para expressão de sentimentos e emoções, o uso de neologismos e de formas abreviadas não convencionadas, a proliferação de erros linguísticos (ortográficos, morfológicos e sintáticos) e a desvalorização das normas de escrita são práticas comuns, aceites pela comunidade virtual.
Será que a Internet e, em particular, o acesso fácil às novas tecnologias da comunicação, em vez de promoverem as línguas, estarão a contribuir para a sua mudança irreversível, para pior? Ou, pelo contrário, será que os falantes apenas encontraram outros códigos e regras de comunicação, próprios da era digital, sem comprometer os já previamente adquiridos? Ou, ainda noutra perspetiva, será que as redes sociais permitem apenas colocar em evidência problemas mais profundos, e que não são novos, ao nível da correta utilização da língua em geral?
De facto, a língua portuguesa continua ser, a par da matemática, uma das disciplinas nucleares em que os estudantes apresentam maiores dificuldades. Este problema está diretamente refletido nos resultados dos exames nacionais realizados nos últimos anos, em Portugal.
Face a esta realidade, diversas instituições de ensino superior, entre as quais a Universidade Europeia, têm vindo a integrar, nos planos de estudos das suas licenciaturas, unidades curriculares como Técnicas de Expressão Escrita, que visam aperfeiçoar as competências linguísticas e comunicacionais dos estudantes, imprescindíveis ao longo do seu percurso académico e profissional.
É legítimo questionar o que está errado no ensino/aprendizagem do português. As tentativas de resposta a esta questão têm gerado uma enorme controvérsia na opinião pública, envolvendo especialistas da língua e da literatura.
Sem querer entrar na dicotomia gramática/literatura, que me parece redutora, considero que o ensino da língua passa necessariamente por desenvolver e aperfeiçoar, de forma sólida e bem estruturada, as competências linguísticas (lexicais, sintáticas, semânticas e discursivas) dos estudantes, de forma a que possam utilizá-las com correção e segurança na produção e interpretação de qualquer tipo de enunciado, tanto no âmbito académico como profissional ou pessoal. Contudo, como refere I. M. Duarte, “dotá-los dessas necessárias competências só ganha sentido político se os cidadãos aprenderem simultaneamente a gostar da língua e dos textos que com ela se produzem”.
A transmissão do gosto pela língua é, na minha opinião, um desafio (e uma obrigação) de todos os cidadãos com um papel ativo na sociedade da informação (escritores, jornalistas, políticos, etc.) e, em particular, dos professores de português. Atualmente, dispomos de uma multiplicidade de recursos e ferramentas que podemos (e devemos) explorar, no sentido de tornar o ensino das línguas mais apelativo e dinâmico. Pessoalmente, considero que o recurso às novas tecnologias pode constituir um aspeto motivador na aprendizagem de qualquer disciplina ou matéria, devidamente adaptadas aos diferentes níveis de ensino.
É com esta convicção que abordo as aulas de Técnicas de Expressão Escrita, que leciono, procurando estimular a capacidade crítica dos estudantes, recorrendo a oficinas de escrita dinâmicas, que envolvem a análise, discussão e correção de erros linguísticos frequentes, recolhidos a partir de diversos suportes, géneros e tipologias textuais. Procuro igualmente promover a leitura e a produção de diferentes tipos de textos, pondo em prática o jogo de pensamentos e palavras, com base nos conhecimentos e técnicas explorados ao longo das aulas.
Fico feliz quando os alunos são capazes de criar textos gramaticalmente corretos, coesos e bem estruturados, reconhecem e valorizam um bom texto (literário ou não literário), escrito por um autor conceituado, por um anónimo ou, idealmente, por si próprios. Isto é, no meu entender, o primeiro passo para a formação de bons alunos, profissionais promissores e excelentes embaixadores da nossa língua!
Paula Carvalho
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sábado, 16 de novembro de 2013
FÓRUM ALPHA – Inovação e Internacionalização
A Universidade Europeia voltou a organizar mais um grande evento: a 4.ª edição do Fórum Alpha, com o tema Inovação e Internacionalização, que teve lugar no Auditório da Lispolis no passado dia 11 de novembro.
O evento, contando com a presença de aproximadamente 550 pessoas e tendo como anfitriões o Magnífico Reitor da Universidade Europeia, Prof. Doutor Tawfiq Rkibi, e o seu Diretor-Geral, Dr. Nélson Santos de Brito, teve como oradores principais Dr. Pedro Pessoa e Costa, (Administrador da AICEP), Eng. Miguel Stilwell de Andrade (Administrador Executivo da EDP), Eng. João Couto (Diretor-Geral da Microsoft Portugal) e Dr. Miguel Gonçales (Diretor-Geral da Spark Agency), havendo pontos fortes, como a entrevista conduzida por Nélson Santos de Brito a Miguel Stilwell de Andrade, durante a qual foram colocadas questões enviadas pelos estudantes da Universidade Europeia.
O Fórum deu a conhecer como as empresas funcionam, as suas estratégias atuais e como são vistas dentro e fora de Portugal, bem como o impacto da tecnologia nas organizações, fator fundamental para o seu crescimento e divulgação. Houve ainda lugar para momentos de humor, com a explicação de erros comuns e abordagens inadequadas nas candidaturas a empresas de jovens licenciados.
Durante o evento, foi também realizada a entrega das Bolsas de Mérito da Universidade Europeia aos seus melhores estudantes – entre os quais Andreia Gonçalves, da licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial -, bem como de Certificados de Mérito aos dez melhores docentes da instituição.
Os objetivos do evento foram indubitavelmente alcançados, reforçando-se a ideia de que a internacionalização e a inovação são determinantes para o sucesso das empresas, para a economia portuguesa e para o futuro dos nossos jovens.
Paula Dâmaso (Estudante do 1.º Ano)
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
7 Conselhos para a gestão da imagem
Quando se negligencia o cumprimento de certos preceitos, aquilo que acaba por acontecer é transmitir-se uma imagem pouco cuidada e muito pouco profissional.
Por isso, partilho sete sugestões que cada um poderá ajustar à sua realidade e às necessidades que tem, no seu quotidiano, reforçando que o objetivo é sempre a melhoria e o sucesso.
- Primeira impressão: tal como o conceito refere, é a impressão que deixamos nos demais, após os segundos iniciais de um contacto. É evidente que as nossas oportunidades não caem por terra se a falharmos, mas acredito que as dificuldades serão maiores. Seja pontual, sorria e cuide da sua aparência.
- Cumprimentos: promova boas interações junto dos que o rodeiam. Isso passa por cumprimentar todos, bastando para o efeito dar a saudação. Nisto os americanos são o povo que conheço que melhor atua. Em qualquer contexto lá estão a proferir Good morning, how are you e a esboçar um sorriso. Junto de clientes e parceiros, prefira o aperto de mão aos beijos no rosto.
- Imagem: não é preciso ser-se um seguidor da última tendência da estação ou usar a marca “x” que custa uma fortuna. Basta apresentar-se com asseio, rigor e ajustar as suas possibilidades e opções ao que lhe é favorecedor. Considere ainda que na maioria das situações é preferível ter roupa a mais do que a menos, nomeadamente quando o calor finalmente parece ter chegado.
- Cartão de visita: é um instrumento de comunicação chave para qualquer profissão. Além de disponibilizarem de forma clara e eficiente informação sobre quem somos e o que fazemos, ajudam na manutenção dos contactos junto dos potenciais clientes. Um pormenor a não descuidar!
- Gadgets: todos nós vivemos na dependência, maior ou menor, dos aparelhos eletrónicos como o telemóvel e o computador. Até aqui tudo certo. O que não é aconselhável é o seu uso indiscriminado em formação, em reuniões ou em locais públicos. Especialmente com som. Os contactos profissionais só podem ser interrompidos para falar ao telemóvel se realmente existir uma urgência (exemplo: um familiar doente!). E tenha em mente que reunir com uma pessoa presencialmente passando-se o tempo inteiro a olhar para o ecrã do computador enquanto se conversa é desagradável!
- Salvaguarda da informação: ajuste ao contexto o que é acertado e correto partilhar. Em determinados ambientes e com a generalidade dos clientes, o mais adequado é ficar por temas de conversa neutros, profissionais ou de cultura geral. Deixe os temas delicados para as pessoas que fazem parte do seu ambiente pessoal.
- Gestão financeira: a relação que cada pessoa faz da sua vida económica é estritamente pessoal. Contudo, em contexto profissional, e até social, somos postos à prova nas mais variadas situações. Por exemplo, acontece com regularidade alguém ir buscar um café. O acertado, na maioria dos casos e na conjuntura atual, é cada um pagar o seu. Mas existem pessoas generosas que se oferecem para num dia acautelar o pagamento. Pois bem, amanhã será o nosso dia de retribuir a atenção. Podemos e até devemos ser “Tio Patinhas” (no bom sentido…), mas estar sempre à espera que os outros paguem não transmite uma boa imagem e este é um assunto muito sensível.
Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Diários da República (xxix)
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
À conversa com... Patricia Berisiarte, Presidente da ADESU (Uruguai)
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A Importância da Pontuação (i)
Sempre que considerado oportuno, serão publicados textos de estudantes de outros cursos da Universidade Europeia com relevância para a área de Assessoria, Secretariado e Comunicação Empresarial.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Diários da República (xxviii)
Semana de 28 de outubro a 1 de novembro
Decreto-Lei n.º 151-A/2013
Ministério das Finanças. Aprova um regime excecional de regularização de dívidas fiscais e à segurança social. Para download siga o link.
Portaria n.º 325/2013
Presidência do Conselho de Ministros. Primeira alteração à Portaria n.º 205/2013, de 19 de junho, que aprova o Regulamento do Programa de Ocupação de Tempos Livres. Para download siga o link.
Declaração de Retificação n.º 46-A/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 72/2013, de 3 de setembro, sobre «Décima terceira alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, e primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de fevereiro», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 169, de 3 de setembro de 2013. Para download siga o link.
Declaração de Retificação n.º 46-B/2013, 01/11/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que «Estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 169, de 3 de setembro de 2013. Para download siga o link.
Declaração de Retificação n.º 46-C/2013, 01/11/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que «Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 176, de 12 de setembro de 2013. Para download siga o link.
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Redução de Custos nas Passagens Aéreas (i)
Existem vários aspetos que influenciam o preço de uma passagem aérea:
Antecedência
A antecedência com que se compram os bilhetes de avião é um fator muito importante, uma vez que as várias classes se subdividem em diversas tarifas com número específico de lugares atribuídos. Assim, os primeiros a chegar conseguirão os lugares mais baratos ainda disponíveis.
Marisa Sousa (Estudante do 2.º ano)
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domingo, 3 de novembro de 2013
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
À conversa com... Marina Genesio, Presidente da EUMA Itália
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