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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Vencer a guerra contra a Inbox (2)

Listam-se abaixo ainda algumas outras estratégias para vencer a guerra contra a Inbox:

  • Em termos de organização, categorizar (categorize) a correspondência recebida é uma forma de ter uma perceção visual do que é necessário resolver e de que assunto se trata. No entanto, é preciso ter em atenção que há correspondência que não se justifica categorizar, devido à pouca frequência com que é recebida.
  • Algo a não esquecer é a ativação da ausência do escritório (out of office) sempre que se está fora do escritório por períodos mais ou menos longos, devendo esta mensagem conter um contacto de outro colega que possa responder às questões que surjam, evitando que o cliente espere por uma resposta.
  • A forma como é feita a visualização do Outlook pode fazer ganhar tempo na gestão dos e-mails. Por isso, deve selecionar-se uma vista adequada, personalizando as colunas que se pretende visualizar (reordenando, retirando ou adicionando informação) para facilitar a consulta e navegação.
  • O painel de leitura (reading pane) deve ser posicionado consoante a preferência, ou mesmo desativado, se facilitar a gestão das mensagens.
  • Podem utilizar-se bandeiras (flags) como sinalizadores de tarefas a cumprir, quando há seguimento a dar a um e-mail, definindo-se um prazo (dentro de 1 dia, uma semana ou até personalizar a data), adicionando também um lembrete (reminder) à flag.
  • É possível utilizar as peças rápidas (quick parts) do separador Inserir, para responder mais depressa a e-mails de rotina, tendo vários textos-padrão (blocos ou mensagens) gravados.
  • Podem criar-se regras (rules), que correspondem à automação de tarefas, definindo-se quando a regra deve ser ativada, sobre que mensagens incidirá e que ações devem ser executadas.
Andreia Gonçalves (Estudante do 3.º ano)

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Renovação Extraordinária dos Contratos de Trabalho a Termo Certo


A Lei n.º 76/2013, de 7 de novembro, que entrou em vigor no dia seguinte à sua publicação no Diário da República, veio estabelecer um regime de renovação extraordinária dos contratos de trabalho a termo certo e o modo de cálculo da compensação pela sua cessação.

A que contratos se aplica este regime de renovação extraordinária?

Aos contratos de trabalho a termo certo que atinjam o limite máximo da sua duração até 8 de novembro de 2015, mesmo que já tenham sido objeto de renovação extraordinária, nos termos da Lei n.º 3/2012, de 10 de janeiro.

Qual o âmbito da renovação extraordinária?

Os referidos contratos podem ser renovados mais 2 vezes desde que observados os seguintes limites:
- a duração total destas 2 renovações não exceda 12 meses;
- a duração de cada renovação extraordinária não seja inferior a um sexto da duração máxima do contrato de trabalho a termo certo ou da sua duração efetiva (consoante a que for inferior);
- o limite da vigência do contrato de trabalho a termo certo renovado é 31 de dezembro de 2016.

A não observância destes limites tem como consequência a conversão do contrato em contrato de trabalho sem termo.

Quanto à compensação pela cessação destes contratos, o referido diploma legal remete para o regime já abordado anteriormente nas notas publicadas sobre “A cessação do contrato de trabalho (i)”.

Margarida Rodrigues, Advogada

Diários da República (xxx)


Divulgamos os principais destaques dos atos com interesse publicados, na última semana, em Diário da República.

Semana de 11 a 15 de novembro

Declaração de Retificação 50-A/2013 1.º Suplemento, 11/11/2013
Declaração de retificação à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que «Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 176, de 12 de setembro de 2013. Para download siga o link. 
 
Resolução da Assembleia da República n.º 147/2013, 13/11/2013
Assembleia da República. Recomenda ao Governo que promova uma alteração ao Código do Imposto sobre Veículos (ISV), no sentido da redução do imposto a sujeitos passivos com mais de três dependentes. Para download siga o link.
 
Resolução da Assembleia da República n.º 148/2013, 13/11/2013
Assembleia da República. Recomenda ao Governo que promova uma alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (Código do IRS), no sentido do aumento das deduções fiscais para famílias com mais de três dependentes. Para download siga o link.
 
Decreto-Lei 158/2013, 15/11/2013 
Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 116-C/2006, de 16 de junho, que estabelece como serviço público o acesso universal e gratuito ao Diário da República e as demais condições da sua utilização, prevendo que os atos do Governo publicados na 2.ª série do Diário da República são ordenados de acordo com a lei orgânica do Governo ao nível do primeiro emissor do ato. Para download siga o link.


Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Embaixadores da língua portuguesa na era digital


O desenvolvimento das novas tecnologias tem contribuído para uma importante e acelerada difusão de meios e formas de comunicação. O manancial de informação disponibilizado na Internet, que cresce exponencialmente a cada segundo, é, pois, de uma riqueza inestimável, servindo tanto os propósitos de quem se dedica ao estudo das línguas, nas suas diversas vertentes, como os das organizações, que, através de técnicas robustas de análise e processamento de dados, procuram extrair informação relevante acerca dos produtos e serviços que comercializam ou representam.

Paradoxalmente, apesar de os falantes utilizarem cada vez mais a Internet, quer na pesquisa de informação quer na produção dos seus próprios conteúdos (de acordo com os dados recentemente divulgados pela União Internacional de Telecomunicações, o português é a quinta língua mais falada na Internet), as dificuldades observadas na produção e compreensão de enunciados orais e escritos por parte dos falantes é cada vez mais acentuada. De facto, embora usando a escrita como meio de comunicação privilegiado nas redes sociais, os utilizadores tendem a desviar-se da língua-padrão, adotando um estilo telegráfico e pouco cuidado nas suas mensagens. Trata-se de um registo muito próximo da oralidade (oralidade secundária, nas palavras de Walter J. Ong), onde o recurso a símbolos e a combinações gráficas para expressão de sentimentos e emoções, o uso de neologismos e de formas abreviadas não convencionadas, a proliferação de erros linguísticos (ortográficos, morfológicos e sintáticos) e a desvalorização das normas de escrita são práticas comuns, aceites pela comunidade virtual.

Será que a Internet e, em particular, o acesso fácil às novas tecnologias da comunicação, em vez de promoverem as línguas, estarão a contribuir para a sua mudança irreversível, para pior? Ou, pelo contrário, será que os falantes apenas encontraram outros códigos e regras de comunicação, próprios da era digital, sem comprometer os já previamente adquiridos? Ou, ainda noutra perspetiva, será que as redes sociais permitem apenas colocar em evidência problemas mais profundos, e que não são novos, ao nível da correta utilização da língua em geral?

De facto, a língua portuguesa continua ser, a par da matemática, uma das disciplinas nucleares em que os estudantes apresentam maiores dificuldades. Este problema está diretamente refletido nos resultados dos exames nacionais realizados nos últimos anos, em Portugal.

Face a esta realidade, diversas instituições de ensino superior, entre as quais a Universidade Europeia, têm vindo a integrar, nos planos de estudos das suas licenciaturas, unidades curriculares como Técnicas de Expressão Escrita, que visam aperfeiçoar as competências linguísticas e comunicacionais dos estudantes, imprescindíveis ao longo do seu percurso académico e profissional.

É legítimo questionar o que está errado no ensino/aprendizagem do português. As tentativas de resposta a esta questão têm gerado uma enorme controvérsia na opinião pública, envolvendo especialistas da língua e da literatura.

Sem querer entrar na dicotomia gramática/literatura, que me parece redutora, considero que o ensino da língua passa necessariamente por  desenvolver e aperfeiçoar, de forma sólida e bem estruturada, as competências linguísticas (lexicais, sintáticas, semânticas e discursivas) dos estudantes, de forma a que possam utilizá-las com correção e segurança na produção e interpretação de qualquer tipo de enunciado, tanto no âmbito académico como profissional ou pessoal. Contudo, como refere I. M. Duarte, “dotá-los dessas necessárias competências só ganha sentido político se os cidadãos aprenderem simultaneamente a gostar da língua e dos textos que com ela se produzem”.

A transmissão do gosto pela língua é, na minha opinião, um desafio (e uma obrigação) de todos os cidadãos com um papel ativo na sociedade da informação (escritores, jornalistas, políticos, etc.) e, em particular, dos professores de português. Atualmente, dispomos de uma multiplicidade de recursos e ferramentas que podemos (e devemos) explorar, no sentido de tornar o ensino das línguas mais apelativo e dinâmico. Pessoalmente, considero que o recurso às novas tecnologias pode constituir um aspeto motivador na aprendizagem de qualquer disciplina ou matéria, devidamente adaptadas aos diferentes níveis de ensino.

É com esta convicção que abordo as aulas de Técnicas de Expressão Escrita, que leciono, procurando estimular a capacidade crítica dos estudantes, recorrendo a oficinas de escrita dinâmicas, que envolvem a análise, discussão e correção de erros linguísticos frequentes, recolhidos a partir de diversos suportes, géneros e tipologias textuais. Procuro igualmente promover a leitura e a produção de diferentes tipos de textos, pondo em prática o jogo de pensamentos e palavras, com base nos conhecimentos e técnicas explorados ao longo das aulas.

Fico feliz quando os alunos são capazes de criar textos gramaticalmente corretos, coesos e bem estruturados, reconhecem e valorizam um bom texto (literário ou não literário), escrito por um autor conceituado, por um anónimo ou, idealmente, por si próprios. Isto é, no meu entender, o primeiro passo para a formação de bons alunos, profissionais promissores e excelentes embaixadores da nossa língua!

Paula Carvalho 
Docente da UC de Técnicas de Expressão Escrita 


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sábado, 16 de novembro de 2013

FÓRUM ALPHA – Inovação e Internacionalização


A Universidade Europeia voltou a organizar mais um grande evento:  a 4.ª edição do Fórum Alpha, com o tema Inovação e Internacionalização, que teve lugar no Auditório da Lispolis no passado dia 11 de novembro.

O evento, contando com a presença de aproximadamente 550 pessoas e tendo como anfitriões o Magnífico Reitor da Universidade Europeia, Prof. Doutor Tawfiq Rkibi, e o seu Diretor-Geral, Dr. Nélson Santos de Brito, teve como oradores principais Dr. Pedro Pessoa e Costa, (Administrador da AICEP), Eng. Miguel Stilwell de Andrade (Administrador Executivo da EDP), Eng. João Couto (Diretor-Geral da Microsoft Portugal) e Dr. Miguel Gonçales (Diretor-Geral da Spark Agency), havendo pontos fortes, como a entrevista conduzida por Nélson Santos de Brito a  Miguel Stilwell de Andrade, durante a qual foram colocadas questões enviadas pelos estudantes da Universidade Europeia.

O Fórum deu a conhecer como as empresas funcionam, as suas estratégias atuais e como são vistas dentro e fora de Portugal, bem como o impacto da tecnologia nas organizações, fator fundamental para o seu crescimento e divulgação. Houve ainda lugar para momentos de humor, com a explicação de erros comuns e abordagens inadequadas nas candidaturas a empresas de jovens licenciados. 

Foram igualmente apresentados os projetos elaborados por estudantes da Universidade Europeia para o EDP University Challenge 2013, sendo de destacar o lugar no Top 5 alcançado por um dos grupos.


Durante o evento, foi também realizada a entrega das Bolsas de Mérito da Universidade Europeia aos seus melhores estudantes – entre os quais Andreia Gonçalves, da licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial -, bem como de Certificados de Mérito aos dez melhores docentes da instituição.


Os objetivos do evento foram indubitavelmente alcançados, reforçando-se a ideia de que a internacionalização e a inovação são determinantes para o sucesso das empresas, para a economia portuguesa e para o futuro dos nossos jovens. 

Paula Dâmaso (Estudante do 1.º Ano)

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

7 Conselhos para a gestão da imagem

Em todas as profissões existem normas de diversa ordem que, no meu ponto de vista, devem ser cumpridas diariamente, em especial no relacionamento com colegas, clientes e parceiros. Os profissionais liberais têm, naturalmente, um conjunto de liberdades inerentes ao exercício da atividade como, por exemplo, o horário de trabalho, devendo contudo respeitar, de igual forma, um conjunto de regras.

Quando se negligencia o cumprimento de certos preceitos, aquilo que acaba por acontecer é transmitir-se uma imagem pouco cuidada e muito pouco profissional.

Por isso, partilho sete sugestões que cada um poderá ajustar à sua realidade e às necessidades que tem, no seu quotidiano, reforçando que o objetivo é sempre a melhoria e o sucesso.
  1. Primeira impressão: tal como o conceito refere, é a impressão que deixamos nos demais, após os segundos iniciais de um contacto. É evidente que as nossas oportunidades não caem por terra se a falharmos, mas acredito que as dificuldades serão maiores. Seja pontual, sorria e cuide da sua aparência.
  2. Cumprimentos: promova boas interações junto dos que o rodeiam. Isso passa por cumprimentar todos, bastando para o efeito dar a saudação. Nisto os americanos são o povo que conheço que melhor atua. Em qualquer contexto lá estão a proferir Good morning, how are you e a esboçar um sorriso. Junto de clientes e parceiros, prefira o aperto de mão aos beijos no rosto.
  3. Imagem: não é preciso ser-se um seguidor da última tendência da estação ou usar a marca “x” que custa uma fortuna. Basta apresentar-se com asseio, rigor e ajustar as suas possibilidades e opções ao que lhe é favorecedor. Considere ainda que na maioria das situações é preferível ter roupa a mais do que a menos, nomeadamente quando o calor finalmente parece ter chegado.
  4. Cartão de visita: é um instrumento de comunicação chave para qualquer profissão. Além de disponibilizarem de forma clara e eficiente informação sobre quem somos e o que fazemos, ajudam na manutenção dos contactos junto dos potenciais clientes. Um pormenor a não descuidar!
  5. Gadgets: todos nós vivemos na dependência, maior ou menor, dos aparelhos eletrónicos como o telemóvel e o computador. Até aqui tudo certo. O que não é aconselhável é o seu uso indiscriminado em formação, em reuniões ou em locais públicos. Especialmente com som. Os contactos profissionais só podem ser interrompidos para falar ao telemóvel se realmente existir uma urgência (exemplo: um familiar doente!). E tenha em mente que reunir com uma pessoa presencialmente passando-se o tempo inteiro a olhar para o ecrã do computador enquanto se conversa é desagradável!
  6. Salvaguarda da informação: ajuste ao contexto o que é acertado e correto partilhar. Em determinados ambientes e com a generalidade dos clientes, o mais adequado é ficar por temas de conversa neutros, profissionais ou de cultura geral. Deixe os temas delicados para as pessoas que fazem parte do seu ambiente pessoal.
  7. Gestão financeira: a relação que cada pessoa faz da sua vida económica é estritamente pessoal. Contudo, em contexto profissional, e até social, somos postos à prova nas mais variadas situações. Por exemplo, acontece com regularidade alguém ir buscar um café. O acertado, na maioria dos casos e na conjuntura atual, é cada um pagar o seu. Mas existem pessoas generosas que se oferecem para num dia acautelar o pagamento. Pois bem, amanhã será o nosso dia de retribuir a atenção. Podemos e até devemos ser “Tio Patinhas” (no bom sentido…), mas estar sempre à espera que os outros paguem não transmite uma boa imagem e este é um assunto muito sensível.
Adicionalmente, reforço a importância de se proferir, em todos os quadrantes da nossa vida, as palavrinhas mágicas “se faz favor” e “obrigado”, pois não passaram de moda!


Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Diários da República (xxix)


Divulgamos os principais destaques dos atos com interesse publicados, na última semana, em Diário da República.

Semana de 4 a 8 de novembro

Declaração de Retificação 46-A/2013 1.º Suplemento, 01/11/2013
Declaração de retificação à Lei n.º 72/2013, de 3 de setembro, sobre «Décima terceira alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, e primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de fevereiro», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 169, de 3 de setembro de 2013. Para download siga o link.

Decreto-Lei n.º 154/2013, 05/11/2013
Ministério da Economia. Institui o sistema de acompanhamento de projetos de investimento, e procede à criação do Conselho Interministerial para o Investimento e da Comissão Permanente de Apoio ao Investidor. Para download siga o link.

Lei n.º 76/2013, 07/11/2013
Assembleia da República. Estabelece um regime de renovação extraordinária dos contratos de trabalho a termo certo, bem como o regime e o modo de cálculo da compensação aplicável aos contratos objeto dessa renovação. Para download siga o link.

Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

À conversa com... Patricia Berisiarte, Presidente da ADESU (Uruguai)


Patricia Berisiarte trabaja en una constructora y metalúrgica desde el 2002, empresa donde se le presentó la oportunidad de convertirse en Secretaria y encontró su vocación. Así fue que se formó como Secretaria Ejecutiva y luego cursó Especialización en Alta Gerencia. Integró la Comisión Directiva de ADESU en 2009 y del 2001 al 2013; es su Presidenta desde mayo de 2013.

 
Maria João Borges (MJB): En Portugal existe formación superior en esta área desde 1962. Sin embargo, parece que cada vez menos personas escogen esta carrera y profesión, a pesar de haber muchas oportunidades de empleo. ¿Ocurre lo mismo en Uruguay?
Patricia Berisiarte (PB): En Uruguay, lamentablemente ocurre lo mismo. Hoy en día son cada vez menos las personas que optan por realizar sus estudios de Secretariado y esto se ve reflejado por la escasa cantidad de alumnos en los Centros de Capacitación referentes.

Los estudiantes se plantean objetivos más ambiciosos; hasta la década del 80, la imagen de una secretaria era más clara, todos tenían idea de en qué consistía ser secretaria. Con el tiempo, los límites de la acción secretarial se ampliaron y se han vuelto más difusos. La secretaria dejó de diferenciarse tanto de otros administrativos y perdió especificidad. También se ha dejado de subrayar la conveniencia de ser una carrera corta, con alta demanda e inserción laboral y ser alternativa de formación para continuar estudiando una carrera universitaria. Tratar de definir los motivos detrás de la falta de interés por la profesión es una de nuestras inquietudes más apremiantes.

Sin embargo, estos puestos, que siguen teniendo una alta demanda, son ocupados también por personal de confianza y por quienes aún teniendo otro tipo de formación administrativa, se vuelcan a realizar tareas de asistencia. Es por esto que nuestra Asociación permite tanto la inscripción de socios con formación secretarial o de quienes trabajando en el rubro, presentan la documentación empresarial que lo acredite. 

MJB: Hasta principios del siglo XX, esta profesión la ocupaban solamente hombres. Sin embargo, hoy el 95% de quienes la ejercen son mujeres. ¿Ocurre lo mismo en Uruguay?
PB: En nuestro país, la formación en Secretariado siempre ha sido una opción femenina por excelencia. En los últimos años hemos tenido secretarios graduados, que no llegan a superar la decena; cuyo objetivo parecería ser obtener una formación global que los prepara para cubrir áreas de gestión y administrativa de cualquier empresa, pero sin proponerse ocupar realmente un cargo secretarial o asistencial. Ocurre lo mismo en los puestos, es muy extraño aquí encontrar un secretario.

MJB: ¿En Uruguay esta profesión tiene buenas perspectivas de crecimiento en los próximos 10 años?
PB: La profesión es muy versátil y quienes la realizamos, debemos adaptarnos a los cambios y mantenernos constantemente en formación. Este desafío hace que cada cual sea responsable de su crecimiento profesional, al que ADESU apuesta constantemente. Sin dudas, esta profesión tiene mucho que dar y es un pilar importantísimo en las organizaciones, donde las secretarias conforman una asistencia imprescindible con la capacidad de encausar soluciones a los diferentes sectores, así como a la atención personalizada de todas las situaciones. 

MJB: ¿En Uruguay los captadores y empleadores buscan competencias específicas? ¿Dan más importancia a las capacidades técnicas o personales?
PB: Las capacidades técnicas requeridas, se basan en la formación en una institución reconocida, donde los reclutadores saben que la persona tiene la educación correcta para su desempeño. Las capacidades personales son, al día de hoy, fundamentales en la búsqueda de una secretaria, primando el desarrollo de relacionamiento interpersonal, ya que muchas veces somos el nexo de comunicación entre la Institución y sus clientes internos y externos.

MJB: ¿Se necesita título profesional o estar sindicalizado para ejercer la profesión en Uruguay?
PB: No, en Uruguay, no existen estos requisitos; pero sin dudas quienes acreditan su correcta formación, tienen mejores posibilidades para acceder a mejores puestos de trabajo.

MJB: En Portugal, como en varios otros países, la profesión/función asume diversas designaciones, que no siempre traducen el grado de progresión en la carrera, de autonomía o responsabilidad. ¿Ocurre lo mismo en Uruguay?
PB: Aquí la profesión tiene varias designaciones, dependiendo siempre de la organización donde se cumpla con el cargo. Esto se ve reflejado incluso a los Institutos de formación que también se suman a estos cambios dando diferentes opciones o ampliando los créditos para una formación global que abarca desde asistente administrativo hasta postgrados en Alta Gerencia, Asistencia Diplomática, Secretariado Médico, etc.  

MJB: En algunos países, el término Secretaria(o) se considera despreciativo, a veces incluso humillante. ¿Ocurre lo mismo en Uruguay?
PB: En Uruguay no se percibe menosprecio hacia la función secretarial. Obviamente, desde ADESU defendemos una profesión que cumple con la atención de todos los aspectos de una organización, siendo su buen desempeño fundamental para correcta proyección y  desarrollo de una gran empresa.

Las secretarias con frecuencia, son las primeras personas con quienes se establece contacto y personal de decisión a la hora de optar por proveedores de servicios para la empresa. También pueden ser quienes sirven el café o se ocupen de los asuntos personales de su jefe. Ninguna de estas tareas deben verse como degradantes, sino que son realizadas por quien  tiene la confianza absoluta de su superior, siendo también la imagen de la Compañía, quien conoce las reglas de cortesía y protocolo para atender correctamente a las visitas.  

MJB: ¿Cómo se está desarrollando la dimensión virtual de la profesión en Uruguay? ¿Las empresas buscan asistentes virtuales?
PB: La asistencia virtual no ha tenido gran desarrollo aún en Uruguay. Seguramente, por el factor de relacionamiento que comentaba anteriormente, el cual sólo se da con el cargo presencial. 

Maria João Borges
Docente das UC de Práticas de Secretariado e Assessoria

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A Importância da Pontuação (i)


Na escrita, ao contrário da oralidade, a melodia ou a entoação dependem de certos procedimentos específicos. Ao ouvirmos uma conversa, conseguimos perceber, com maior ou menor grau de dificuldade, o estado de espírito do nosso interlocutor. Num texto escrito, porém, essa perceção é bem mais complicada, podendo mesmo ser ambígua. Para contornar essa e outras dificuldades, surge a pontuação.

A pontuação não é mais do que um conjunto de símbolos que, utilizados no local correto de uma frase, lhe conferem a entoação – ou a melodia – facilitando, assim, a sua compreensão. Mas que símbolos são estes que manifestam, na escrita, a entoação de um discurso? São vários: a vírgula, o ponto e vírgula, o ponto final, o ponto de exclamação, o ponto de interrogação, os dois pontos, o travessão, as reticências, os parênteses e as aspas. Para os entendermos melhor, convém saber que assumem diferentes funções dentro de um texto. Pausam, pautam, calmam o discurso escrito, dão-nos a entender o estado de espírito de quem o escreveu ou a mensagem que quer passar – e, acima de tudo, moldam um texto. É a pontuação a mais útil “arma” para decifrarmos um texto, para compreendermos a sua mensagem ou, na perspetiva do escritor, para o codificarmos. Vejamos então as suas funções.

O ponto final utiliza-se no fim de uma oração. Pode assumir três funções distintas: a função de provocar uma pausa no discurso, mantendo-se depois o mesmo assunto (ponto simples); a função de terminar um conjunto de frases (parágrafos), iniciando depois um novo raciocínio (ponto parágrafo); a função de terminar o texto escrito (ponto final). Exemplo: “Este texto ainda só tem uma folha.”
Os dois pontos utilizam-se em três situações distintas: para enumerar algo; para introduzir o discurso direto; ou para explicar, esclarecer ou exemplificar uma consequência de algo que foi dito anteriormente. De notar que, na frase anterior, fiz uso dos dois pontos para enumerar as funções que os dois pontos podem assumir.

O ponto e vírgula tem como principais funções separar, num período, orações com uma certa extensão e também itens de uma enumeração, quer estejam num período (como no parágrafo anterior), quer se apresentem como alíneas de uma lista.

O ponto de exclamação e o ponto de interrogação utilizam-se no texto quando, em situações de discurso oral, a oração termina com uma entoação ascendente. Enquanto o ponto de exclamação torna uma frase exclamativa, evidenciando uma emoção que pode ser de surpresa, de alegria ou de admiração, o ponto de interrogação utiliza-se quando se quer fazer uma pergunta para a qual queremos, ou não, uma resposta: “És do Sporting?”; “Claro que sim!”.

O travessão pode assumir funções completamente distintas, sendo uma mais utilizada que as outras: introduzir o discurso direto. Sempre que, na elaboração de um texto, se quer introduzir um diálogo entre duas ou mais personagens, o travessão é a norma. Pode ainda ser usado quando queremos, a meio de uma frase, evidenciar algum pormenor: “Das quinze pessoas presentes – todas chamadas a participar –, cinco já conheciam o jogo.” Nestes casos, temos que usar um travessão duplo. Esta função é bastante parecida com a dos parênteses, de que falaremos na segunda – e última – parte do presente texto.

Eduardo Excelente Pinto (Estudante do 2.º ano da licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas)

Sempre que considerado oportuno, serão publicados textos de estudantes de outros cursos da Universidade Europeia com relevância para a área de Assessoria, Secretariado e Comunicação Empresarial.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Diários da República (xxviii)

Divulgamos os principais destaques dos atos com interesse publicados, na última semana, em Diário da República.

Semana de 28 de outubro a 1 de novembro

Decreto-Lei n.º 151-A/2013
Ministério das Finanças. Aprova um regime excecional de regularização de dívidas fiscais e à segurança social. Para download siga o link.

Portaria n.º 325/2013
Presidência do Conselho de Ministros. Primeira alteração à Portaria n.º 205/2013, de 19 de junho, que aprova o Regulamento do Programa de Ocupação de Tempos Livres. Para download siga o link. 

Declaração de Retificação n.º 46-A/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 72/2013, de 3 de setembro, sobre «Décima terceira alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, e primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de fevereiro», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 169, de 3 de setembro de 2013. Para download siga o link.

Declaração de Retificação n.º 46-B/2013, 01/11/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que «Estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 169, de 3 de setembro de 2013. Para download siga o link. 

Declaração de Retificação n.º 46-C/2013, 01/11/2013
Assembleia da República. Declaração de retificação à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que «Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico», publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 176, de 12 de setembro de 2013. Para download siga o link.
 
Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Redução de Custos nas Passagens Aéreas (i)

 
No que toca a organizar e comprar viagens de avião, quer seja a nível pessoal ou empresarial, quanto mais barato e com qualidade, melhor!

Existem vários aspetos que influenciam o preço de uma passagem aérea:

Antecedência

A antecedência com que se compram os bilhetes de avião é um fator muito importante, uma vez que as várias classes se subdividem em diversas tarifas com número específico de lugares atribuídos. Assim, os primeiros a chegar conseguirão os lugares mais baratos ainda disponíveis.  

Numa empresa, contudo, o fator tempo é difícil de controlar, pois muitas viagens não têm data certa por depender de outros ou as datas são marcadas “em cima da hora”. Ora, se a antecedência for curta, as tarifas mais baratas já não estarão disponíveis; por outro lado, adquirir com antecedência quando não se tem a certeza de datas poderá não representar uma poupança, pois as alterações terão custos (quanto mais barata a tarifa, maiores serão as penalizações por alteração ou cancelamento das reservas/bilhetes).

Voos low cost

Existem já bastantes destinos com opções de voo low cost que apresentam preços muito competitivos; no entanto, quando se opta por este tipo de voos é necessário ter em conta que muitos voos low cost aterram em aeroportos mais distantes do centro das cidades, o que levará a um gasto adicional de tempo e de dinheiro em deslocações.

Neste tipo de voos, a bagagem é controlada e, em regra, apenas é permitido embarcar com uma mala grátis e de dimensões restritas - se for necessário viajar com material de apoio, amostras ou catálogos, talvez este tipo de voo não seja a opção mais económica.

Outra característica dos voos low cost é a não marcação de lugares, sendo o embarque feito por ordem de check-in/chegada à porta de embarque. O tempo é um recurso importante e, para que a mala não seja despachada para o porão se as bagageiras já estiverem cheias, poderá ser útil optar por um speedy boarding que, obviamente, tem custos.

Será, portanto, importante ter em conta todos estes aspetos, porque o resultado poderá não ser tão low cost como esperado.

Marisa Sousa (Estudante do 2.º ano)

Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

domingo, 3 de novembro de 2013

Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

À conversa com... Marina Genesio, Presidente da EUMA Itália


Marina Genesio is the National Chairman of European Management Assistants (EUMA) Italy. After the Liceo Linguistico, where she studied Foreign Languages, she began working as a Sales Assistant, in 1988. She presently works as Sales & Management Assistant at Maflow BRS Srl.

Maria João Borges (MJB): In Portugal, a higher education degree in this area has been offered since 1962. However it seems that less and less people choose this career as a 1st option, even though there are lots of employment opportunities. Is there a similar trend in Italy?
Marina Genesio (MG):  I regret but in Italy there is no school or  university devoted to a proper education, enabling the Assistants to perform their profession. In most cases the school and university graduates didn’t choose this career, they simply become Assistant as a first job. Often  their expectation is to grow professionally by another profession and they do not consider, at the beginning, that “Assistant” is a general word, defining  different levels of responsibility and a multitude of interesting activities. 

MJB: Initially a profession undertaken only by men, positions are now mostly filled by women. Can you estimate a distribution between men and women in Italy?
MG: The percentage of women as Assistant is obviously higher because some remarkable skills in the feminine context, like job organization and care of details, are appreciated. Men have priority for positions requiring management and control skills, although more equity would be desirable. 

MJB: Is this a well rated profession in terms of the employment outlook for the next, say, 10 years?
MG: The unemployment nowadays has a general nature and inevitably concerns the  Assistants as well. In the last few days we heard of an early recovery, which we all hope can affect soon even the job demands. I do not believe it is a profession in decline, in spite of technology evolution, since the Assistant is an essential benefit for a company management.

MJB: Do recruiters and employers look for specific skills? Do they look for technical training or base their choice mostly in soft skills?
MG:  Technical skills are requested, indeed, in each specific case, surely the basis are languages knowledge and computer skills, specially on the web, as well as soft skills like good relationship attitudes.

MJB: Do these professionals have to have a specific license or to be part of a trade union in Italy?
MG: Well, as I have already mentioned in Italy there is no school or  university devoted to a proper training for the Assistants and no specific trade union exist.  EUMA aims to fill this educational gap, at least partially, through its network that promotes the relationship with the members of other  European countries, seminars at affordable cost and giving the opportunity to meet with professionals coming from all over the country. 

MJB: In Portugal, as in some other countries, there is a wide range of names for this profession, which often do not translate into levels of responsibility or autonomy. What is the situation in Italy?
MG: The situation in Italy is basically the same. In fact there are no precise, unequivocal  or official job descriptions. As a result almost each company has its own definitions and its scale of responsibility or autonomy.

MJB: In some countries there is a (somewhat) vigorous debate about the name secretary vs assistant. Is that the case in Italy? Why?
MG:  The controversy is strong and in general the definition of secretary is almost obsolete or related to colleagues who deal with operational activities, or that do not require specific knowledge.

MJB: How is the virtual dimension of the profession evolving in Italy? Do companies look for virtual assistants?

MG: The Virtual Assistant, as a professional profile, emerged quite recently in Italy and it is mainly considered for cost reasons. Nevertheless I guess that within the context of severe economic crisis, that afflicts our economy, could become an opportunity for highly motivated professionals to develop further their abilities and skills in the role and to manage moreover, personally their careers. 

Maria João Borges
Docente das UC de Práticas de Secretariado e Assessoria

Universidade Europeia: www.europeia.pt  |  Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial: http://bit.ly/sce_ue

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A cessação do contrato de trabalho (ii)



A cessação do contrato de trabalho por caducidade - Impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva de uma das partes assegurar a sua continuidade

Cessando o contrato de trabalho por impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva do empregador (por exemplo, morte, quando seja uma pessoa singular; extinção da pessoa coletiva; encerramento da empresa ou estabelecimento), o trabalhador tem direito a receber uma compensação equivalente à prevista em caso de despedimento coletivo.

Contrato de trabalho sem termo, celebrados antes do dia 1 de novembro de 2011 (1)

Período de duração do contrato até 31/10/2012
1 mês de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de antiguidade (calculado proporcionalmente em caso de fração de mês).

Período de duração do contrato compreendido entre 1/11/2012 e 30/09/2013
20 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de duração, calculado proporcionalmente ao período efetivo de duração do contrato.

A partir de 1 de outubro de 2013
- 18 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de duração, no que respeita aos 3 primeiros anos de duração do contrato (aplicável apenas aos contratos que em 01/10/2013 ainda não tenham atingido 3 anos; 
- 12 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de antiguidade, nos anos subsequentes.
Nota: o montante da compensação tem como limite mínimo 3 meses de retribuição base e diuturnidades.

Contratos de trabalho sem termo, celebrados depois de 1 de novembro de 2011 até 30 de setembro de 2013

Período de duração do contrato até 30/09/2013
20 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de duração, calculado proporcionalmente ao período efetivo de duração do contrato. 

A partir de 1 de outubro de 2013
- 18 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de duração, no que respeita aos 3 primeiros anos de duração do contrato; 
- 12 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de antiguidade, nos anos subsequentes.

Nos contratos sem termo celebrados após o dia 1 de outubro de 2013, o trabalhador tem direito a uma compensação correspondente a 12 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de antiguidade, calculado proporcionalmente ao período efetivo de duração do contrato.

As compensações devidas pela cessação do contrato de trabalho, à exceção da relativa ao período de vigência do contrato até 31/10/2012, estão sujeitas aos seguintes limites:
a) O valor da retribuição base e diuturnidades a considerar para o cálculo não pode ser superior a 20 vezes a retribuição mínima mensal garantida.
b) O valor máximo da compensação é o correspondente a 12 vezes a retribuição mensal e diuturnidades do trabalhador ou 240 vezes a retribuição mensal mínima garantida.

A cessação do contrato de trabalho por caducidade - Caducidade por reforma por velhice ou idade de 70 anos

Quando o trabalhador permaneça ao serviço do empregador decorridos 30 dias após o conhecimento por ambos da sua reforma por velhice ou quando o trabalhador atinja 70 anos de idade sem ter havido reforma, o contrato converte-se automaticamente em contrato de trabalho a termo certo, pelo período de 6 meses, com renovação por períodos iguais e sucessivos, com as seguintes especificidades:
c) A caducidade fica sujeita ao aviso prévio de 60 ou 15 dias, consoante a iniciativa de a fazer operar seja do empregador ou do trabalhador;
d) Não há lugar ao pagamento de qualquer compensação ao trabalhador.

Margarida Rodrigues, Advogada
(Website)

Diários da República (xxvii)


Divulgamos os principais destaques dos atos com interesse publicados, na última semana, em Diário da República.


Semana de 21 a 25 de outubro

Decreto-Lei 145/2013, 21/10/2013
Transpõe a Diretiva n.º 2012/12/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de abril de 2012, que altera a Diretiva n.º 2001/112/CE, relativa aos sumos de frutos e a determinados produtos similares destinados à alimentação humana, e procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 225/2003, de 24 de setembro. Para download siga o link.

Portaria n.º 319/2013, 24/10/2013
Ministérios da Administração Interna e da Saúde
Define os requisitos mínimos e os equipamentos para avaliação médica e psicológica. Para download siga o link.

Portaria n.º 320/2013, 24/10/2013
Ministério da Educação e Ciência
Fixa os montantes do subsídio anual por aluno concedidos ao abrigo de contratos simples e de desenvolvimento celebrados entre o Estado e os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo. Para download siga o link.

Declaração de Retificação n.º 44/2013, 25/10/2013
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral. Retifica a Portaria n.º 280/2013, de 26 de agosto, do Ministério da Justiça, que regula vários aspetos da tramitação eletrónica dos processos judiciais, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 163, de 26 de agosto de 2013. Para download siga o link.

Susana de Salazar Casanova
Coordenadora Executiva da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial