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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Tecnologia: o que seria de mim sem ti?
Tecnologia: teimosia ou medo?
Enquanto certas pessoas consideram a evolução da tecnologia a melhor coisa que pode haver, outras acham que só apareceram para complicar a vida. Claro que as mudanças nem sempre trazem só vantagens, mas temos de nos adaptar e isso significa aprender a lidar com estas novidades. É compreensível que esta aprendizagem para os jovens ocorra de forma mais célere e fácil do que para as pessoas mais velhas, mas isso depende também da vontade de aprender de cada um.
Tenho um exemplo de pura teimosia para com a tecnologia em casa. A minha mãe, que neste momento tem 67 anos, teima em não querer aprender a mexer num computador. Como ela própria argumenta: burro velho não aprende línguas.
Nas empresas esta teimosia não é admissível, uma vez que tem um impacto negativo na produtividade e nos resultados. A insistência em recusar a tecnologia pode, contudo, servir de desculpa para não tornar visível a falta de competências e com isso perder autoridade ou respeito junto dos colegas ou subordinados.
Tendo em conta que tudo à nossa volta evolui e que estamos permanentemente em aprendizagem, não é vergonha nenhuma pedir ajuda e confessar que não sabemos - o importante é querermos aprender!
Catarina Faria (Alumni)
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Otimismo, um investimento no sucesso
Neste contexto, um colaborador otimista é uma mais-valia: trabalha com mais afinco e alcança melhores resultados - independentemente das circunstâncias menos favoráveis no seu ambiente funcional -, apresentando novas ideias que podem melhorar os processos da organização, logo, aumentando o seu lucro. Ao contagiar, positivamente, todos os elementos que com ele interagem, quer sejam membros da equipa ou clientes, gera ciclos de qualidade e de produtividade aumentados.
Por oposição, trabalhadores pessimistas terão baixa assiduidade/produtividade e recorrerão aos seguros de saúde frequentemente, em consequência dos problemas psicossomáticos resultantes do seu estado - dores ou fadiga crónicas, doenças gástricas, etc. A abulia – dificuldade ou mesmo incapacidade para tomar decisões -, consequência duma atitude pessimista, leva a um ambiente de estagnação de ideias e de resultados, fatais para qualquer empresa.
O otimismo, embora inato, pode ser aprendido e múltiplas empresas – sobretudo as grandes multinacionais -, estão agora atentas a estes fatores humanos. A promoção de workshops motivacionais, a nível interno ou externo e a todos os níveis da estrutura organizacional, é disso reflexo.
A importância das atitudes positivas e a mudança que as mesmas podem ocasionar no decurso da vida dos envolvidos, quer a nível pessoal quer a nível profissional, é agora reconhecida e medida em inúmeros estudos - sobretudo nas áreas da sociologia e psicologia do trabalho –, sendo analisados e as suas recomendações aplicadas, com seriedade, no seio das empresas. A nova geração de gestores, quando olha para a sua organização como um todo, também levará em consideração este aspeto fundamental do tecido económico da sua unidade de produção: o seu capital humano.
Não se esqueça: ser otimista ou pessimista depende, sobretudo, de si!
Mariana Pereira (Estudante do 2.º ano)
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Anorexia Empresarial
Tanto quanto sabemos, a anorexia é um distúrbio alimentar que provoca perdas acentuadas de peso. E como é que essa diminuição de peso se encaixa na realidade empresarial?
A anorexia empresarial é igualmente um distúrbio, mas de ordem organizacional, caracterizando-se pelos cortes excessivos de ativos humanos com a única preocupação de reduzir custos no curto prazo. Não existe a preocupação de encontrar outras soluções a não ser a do caminho mais fácil de cortes de despesa, de novos projetos, de futuros investimentos e, claro, de postos de trabalho.
Os autores deste termo, dois académicos, Gary Hamel e C.K. Prahalad, verificaram que, em consequência destes cortes desmesurados, as organizações arriscam uma anorexia empresarial. Ou seja, perde-se massa muscular, que resulta em estagnação e perda gradual de capacidade de crescimento. Com o que resta, dificilmente a organização consegue ser eficaz e competitiva, pois, tal como um corpo subnutrido, falta-lhe a força anímica para reagir e viver.
Consequência grave deste processo é a perda de know-how, do capital intelectual que se desperdiça com estas medidas. Não se pode olhar somente para os números e, através de uma equação, resolver as dificuldades das empresas. Corre-se o sério risco de as organizações serem geridas somente com base em rácios financeiros e contabilísticos. Há que saber tornar os processos mais eficientes, reduzindo custos, perdas de tempo e outros desperdícios. E não se exclui a necessidade de reduzir recursos humanos; contudo, esta estratégia deverá ser o último recurso e assentar num planeamento cuidadoso a longo prazo, envidando-se todos os esforços para revitalizar a organização.
Infelizmente, no atual panorama nacional de recessão também nos deparamos com empresas que não procuram outra saída que a do lay-off ou dos despedimentos. É verdade que não é fácil fazer face a tantas dificuldades, com a banca e os mercados de costas voltadas para, sobretudo, os pequenos e médios empresários. Mas é necessária a coragem e determinação para lutar, pois vemos, em simultâneo, florescer um sem fim de pequenos negócios, quase sempre através de divulgação nas redes sociais, que os mais empreendedores (outro vocábulo muito em voga) desenvolvem para garantir uma fonte de rendimento extra: veja-se, por exemplo, a proliferação de empresas que fazem bolos, doces e comida para fora, ou de produtos artesanais. Embora estes pequenos negócios não contribuam diretamente para o PIB, certamente farão a diferença para as famílias que neles se apoiam e permitem-nos acreditar num futuro tecido empresarial dinâmico e criativo.
Mafalda Baptista (Alumni)
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
A lei de Parkinson e a gestão do tempo
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
O que são Comportamentos Extra-Papel?
Este conceito está relacionado com o de cidadania organizacional, na medida em que um comportamento só é verdadeiramente Extra-Papel quando excede as expetativas e quem o pratica não espera nenhuma recompensa formal por aquilo que faz. Está também associado aos conceitos de lealdade, de sentido de pertença, de vontade espontânea de colaboração, de capacidade de iniciativa e de interiorização dos valores da cultura organizacional.
Este tipo de atitudes é normalmente condicionado pela satisfação face ao trabalho que se desenvolve, pela confiança na liderança, pelo ambiente de trabalho, pela motivação, por estratégias de gestão participativa como o empowerment, pelas características individuais de personalidade, etc.
Considera-se então que este tipo de comportamento assenta na vontade de ir para além das tarefas que são estipuladas e daquilo que é pedido. Porém, não é fácil continuar a exceder as expetativas vezes e vezes sem conta, já que estas tenderão a aumentar à medida que um trabalhador surpreende pela positiva. Chegará uma altura que as expectativas poderão ser demasiado elevadas para aquilo que uma pessoa consegue, humanamente, concretizar.
Lara Ferreira (Alumni)
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
A importância de reciclar
Reciclar é o termo mais utilizado para transformar o antigo ou usado em algo novo, em alguns casos fazendo-se o reaproveitamento de materiais. Hoje em dia, o papel, o vidro, o metal e o plástico são os materiais que mais se recicla.
Existem 3 grandes vantagens em se fazer a reciclagem das embalagens/materiais que utilizamos no nosso dia a dia:
- em primeiro lugar, economizamos energia, uma vez que os recursos energéticos que poupamos provêm de energia não renovável, como por exemplo do petróleo, e ao reciclar evitamos assim a emissão de gases de efeito de estufa;
- em segundo, estamos a poupar matérias-primas, recorrendo a secundárias, evitando assim, por exemplo, o abate de árvores, o uso excessivo de água, a extração de areia dos rios ou do petróleo;
- em terceiro, estamos a reduzir resíduos, pois quanto menos houver nos aterros mais estes durarão, podendo esses locais ser destinados à construção de espaços que possam ser utilizados pela população.
As escolas têm tido um papel muito importante na reeducação dos alunos e da comunidade escolar para a separação das embalagens. Ao longo dos anos também tem havido uma preocupação crescente por parte das empresas em separar o lixo, colocando assim nos escritórios recipientes adequados para tal.
Existem vários tipos de ecopontos, sendo os mais conhecidos o ecoponto azul (papel e cartão), ecoponto amarelo (embalagens de plásticos e metal) e o ecoponto verde (embalagens de vidro); todavia, ainda existem algumas dúvidas na altura de separar determinadas embalagens, para o que se podem consultar os sites de empresas de tratamento de resíduos urbanos, como a Valorsul em: http://www.valorsul.pt/pt/educacao-ambiental/reciclagem.aspx e http://www.valorsul.pt/pt/faqs/separacao-de-residuos.aspx
Todos temos uma pegada ecológica neste mundo e somos responsáveis por ele - vamos então Reciclar hoje pelo futuro da amanhã!
Ana Catarina Brás (Estudante do 3.º ano)
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Dar e receber
A relação entre indivíduo-organização baseia-se em dois tipos de contratos. Existe o chamado contrato formal (escrito), onde se definem as atividades a desempenhar por parte do colaborador, contrapartidas económicas, benefícios, horários, objetivos,... Estabelece-se ainda o contrato informal (psicológico), que se baseia nas variáveis daquilo que a organização e o funcionário esperam adquirir com esta nova relação.
A relação entre funcionário e organização deverá basear-se na perceção de um processo de dar e receber justo e equilibrado, estabelecendo-se uma relação nas duas direções. A organização desenvolve ações que são percebidas como uma compensação do profissional e este, em contrapartida, responde desenvolvendo o trabalho com o seu máximo empenho e correspondendo às expectativas formadas pela organização.
Estas expectativas múltiplas ir-se-ão alterando com o tempo, pois o que um indivíduo espera do seu trabalho não é o mesmo aos 20 ou aos 60 anos de idade. Como também não é o mesmo o que a organização espera dos seus colaboradores em períodos de recessão económica ou de franco crescimento da economia.
A organização deverá oferecer aos seus colaboradores as condições que lhes permitam desenvolver ao máximo o seu potencial, condições estas relacionadas com o sentimento de pertença, lealdade, dignidade, criatividade e evolução intelectual.
Este equilíbrio resultará de uma interação compensadora para as partes, que permitirá alcançar uma relação “win-win”.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Provérbios
Os seus autores são desconhecidos, mas ouvimos estas frases recorrentemente, pois fazem parte da cultura universal, variando a expressão em si de país para país, sem, contudo, perder o significado. Vejam-se os seguintes exemplos em português, inglês e espanhol:
- Quanto mais se tem, mais se quer; The more one has, the more one wants; Quien más tiene, más quiere.
- Mais vale um pássaro na mão que dois a voar; A bird in the hand is worth two in the bush; Más vale pájaro en mano que cien volando.
- Em boca fechada não entra mosca; A closed mouth catches no flies; En boca cerrada, no entran moscas.
Se lhes dermos atenção, podemos aprender valiosas lições que não se ensinam nos bancos da faculdade e, talvez, evitar cometer alguns erros.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Razão e Emoção – incompatíveis?
Não há decisão puramente racional: antes de ser pensada foi sentida, percecionada, filtrada pelo nosso EU sensorial. A natureza das emoções determina o tipo de comportamento subsequente - bons sentimentos, como prazer, orgulho, confiança, paixão, empenho e energia propiciam comportamentos de sucesso; ao invés, sentimentos e emoções destrutivos e negativos, como medo, cólera, apatia, ansiedade, inveja, ciúme, ganância, egoísmo e ódio geram ambientes tensos, hostis e ineficientes.
É fundamental, para uma empresa ser produtiva, incentivar a proatividade, a criatividade, a autonomia e a responsabilização. Modelos baseados na obediência cega, no “pago para trabalhar e não para pensar”, na necessidade permanente do reforço da autoridade e na dificuldade em ouvir a opinião do outro geram uma espiral destrutiva e viral dentro da organização. E ambientes esterilizados, onde a expressão das emoções é penalizada, não são naturais e têm custos elevados em produtividade.
É essencial que os gestores tenham uma postura aberta a novos modelos, criando e fomentando ambientes propícios à discussão crítica e ao relacionamento saudável entre todos os elementos da organização, de forma produzir mais e melhor, criando valor acrescentado – emocional, racional e, claro, financeiro.
Filipa Alves (Alumni)
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Seguros de Saúde
O período de carência é o intervalo que medeia entre o início do seguro e a data a partir da qual as suas coberturas e garantias podem ser acionadas. Uma franquia corresponde à parte do risco (expressa em valor, dias ou percentagem) que, em caso de sinistro (neste caso, doença, consulta ou tratamento), fica a cargo da Pessoa Segura. Normalmente, o seguro de saúde tem certas exclusões, que podem dizer respeito a doenças específicas e/ou preexistentes, bem como a determinadas especialidades médicas, exames e tratamentos, razão por que é normalmente obrigatório fazer exames médicos antes de contratar a apólice.
Devemos pois comparar as diversas propostas disponíveis no mercado, avaliando os prós e os contras, para que façamos a melhor escolha para o nosso caso. Existem, regra geral, duas modalidades de utilização destes seguros:
a) o segurado seleciona livremente o prestador de serviços de saúde, liquida as despesas e é posteriormente reembolsado pela seguradora, de acordo com os procedimentos e limites contratados;
b) a seguradora liquida diretamente as despesas (no montante coberto pelo seguro) aos prestadores dos serviços de saúde selecionados pelo segurado de uma lista pré-definida (rede);
c) poderá também estar disponível uma modalidade mista, que permite que o segurado escolha prestadores dentro e fora da rede convencionada de prestadores de serviços de saúde.
Para proceder a um pedido de reembolso, teremos que preencher um formulário fornecido pela seguradora e anexar-lhe todos os recibos originais das despesas de saúde, bem como as respetivas prescrições. Em alguns casos (ex.: dentista), este formulário deve igualmente conter dados preenchidos pelo prestador de serviços e ser assinado por este.
O segurador deve informar o segurado acerca das condições do contrato, nomeadamente sobre o risco coberto e valor total do prémio; exclusões e limitações da cobertura; valor mínimo do capital seguro; duração do contrato e regras para o renovar e fazer cessar; modo de efetuar reclamações, entre outras informações prestadas obrigatoriamente por escrito. A obrigação do segurado consiste em comunicar todos os factos que conheça, sem omitir ou falsear informação que seja significativa para o segurador avaliar o risco a cobrir.
Webografia:
- http://economico.sapo.pt/noticias/descubra-os-melhores-seguros-de-saude-em-portugal_99310.html
- http://bancos.pt/vantagens-desvantagens-seguro-saude/
- http://www.todoscontam.pt/pt-PT/Principal/FazerSeguro/TiposSeguro/SeguroSaude/Paginas/Exclusoes.aspx
- http://www.isp.pt/NR/exeres/88A9858C-9C7C-4673-9086-4698FBA3EFD0.htm?u={B5ECA7BF-ED68-4DA3-8CC4-2A9F96B850A5}&t=1
Elisabete Marques (Estudante do 3.º ano)
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
O preço do pessimismo
Para que haja seres humanos otimistas, há que educá-los desde pequenos para tal, ou seja, incentivá-los a não desistir perante os obstáculos, ainda que este seja o caminho mais fácil. Pois bem, a consequência deste tipo de educação é a confiança, que será mais tarde necessária para a pessoa conseguir lidar com os contratempos diários do trabalho e do dia a dia.
Em contrapartida, os pessimistas são pessoas que não tiveram a mesma preparação para enfrentar os problemas, desistindo ao primeiro fracasso, sem tentarem pelo menos mais uma vez e, mesmo quando o fazem, rapidamente concluem que não são capazes de realizar qualquer tarefa com sucesso.
Estes indivíduos não têm qualquer confiança neles próprios e, por esse motivo, acham que nada na vida lhes vai correr bem. A insegurança, isto é, a dúvida face às suas capacidades, o medo de arriscar e de não corresponder às expectativas faz com que não alcancem as metas pretendidas, o que os poderá levar a sofrer de depressão, visto que se tornam, aos seus próprios olhos, impotentes.
É evidente que esta situação não só afeta a pessoa em si, mas também todo o ambiente envolvente, quer o familiar quer o empresarial, dificultando as relações interpessoais. Estas pessoas privam-se de aprender com os outros, de escutar os seus conselhos, de partilhar ideias, impedindo assim a sua realização profissional, a sua progressão na carreira e, também, a sua felicidade.
Natalie Diniz (Estudante do 2.º ano)
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segunda-feira, 27 de julho de 2015
As Emoções e a Produtividade
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
What can’t be cured must be endured
Existem várias coisas na vida que conseguimos planear e controlar direta ou indiretamente. Outras coisas acontecem de uma forma inesperada, mas são passíveis de ser solucionadas ou reduzido o seu impacto negativo, No entanto, existem muitas situações que estão fora do nosso alcance mudar e não devem sequer ser alvo de atenção por mais tempo do que o necessário.
Após a perceção de que algo é inevitável, devemos tentar afastar o constante pensamento de derrota que só causa stress. Pensar vezes sem conta em problemas que não têm resolução é desgastante e não traz quaisquer benefícios. Afinal, o que não tem remédio remediado está! Não é uma atitude derrotista, antes pelo contrário: é aceitar aquilo que não conseguimos mudar e tirar o melhor proveito disso, sem nos martirizarmos.
De facto, o verdadeiro problema é a forma como encaramos os problemas que não têm solução. Temos que pensar: existe alguma coisa que possamos fazer para mudar o resultado final?
É importante frisar que isto não significa que não devemos lutar por aquilo que queremos e que tem solução, ou que não devemos tirar as devidas ilações dos erros cometidos, mas existem sempre variáveis que vão para além do que controlamos. Assim, apesar de ser necessária persistência e determinação para sermos bem sucedidos, é preciso estarmos preparados para as derrotas e encará-las como uma forma de aprendizagem.
Resumindo, toda a gente tem problemas, mas não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe. Pouca coisa é permanente - por isso, se for possível mudar aquilo que o incomoda, tente fazê-lo; se não é possível alterar o que aconteceu ou vai ocorrer, tente “ultrapassá-lo”.
Andreia Gonçalves (Alumni)
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domingo, 12 de julho de 2015
O enriquecimento da função Secretariado
Docente das U.C. Práticas de Secretariado e Assessoria
Excerto adaptado da dissertação “O Impacto da Burótica no Perfil Funcional do Secretariado”
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Sozinhos numa sociedade global?
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segunda-feira, 28 de julho de 2014
Estrangeirismos: comodismo ou necessidade?
Vivemos numa época em que o mercado laboral é extremamente exigente. Temos de possuir uma série de competências pessoais e interpessoais e, para além disso, temos de possuir outras tantas competências técnicas, que nos distingam dos demais. Entre estas últimas podemos destacar as línguas estrangeiras, das quais o inglês faz parte. No dia-a-dia, consequentemente, falamos inglês como se fosse a nossa língua materna. Falamo-lo tanto ou tão pouco que acaba por se tornar numa muleta: quando não nos recordamos de uma palavra, mesmo que exista em português – porque existe –, utilizamos uma palavra inglesa que, aparentemente, nos ajuda a transmitir a mensagem. Quando damos conta, já adotámos a dita palavra, que utilizamos como se de português se tratasse.
A verdade é que, provavelmente, não há necessidade de utilizar palavras estrangeiras no lugar das portuguesas – que são tantas –, mas a preguiça apodera-se de nós e começamos a mudar o português, em vez de nos ficarmos apenas por utilizar o inglês. Aí, começamos a “checar” ou a “ticar” as listas de tarefas; a “scanear” documentos; a dar algum “input” sobre um tema “stressante”, cujo “deadline” se aproxima. Se trabalharmos numa multinacional ou numa organização fortemente relacionada com parceiros internacionais, estas palavras - que já utilizamos diariamente - são adicionadas de tantas outras, por força da circunstância (e da tecnologia), como “downsizing”, “brainstorming”, “benchmarking”, “empowerment”, “email” ou “site”.
Pessoalmente, não sei se isto é a língua portuguesa a evoluir ou se somos nós, portugueses, a regredir. Não sei se é a força do hábito que nos faz usar vocábulos estrangeiros, mas a verdade é que “a preguiça é a mãe de todos os [maus] vícios”. Se não queremos perder o que faz de nós portugueses, temos de pensar: isto será mesmo necessário ou somos apenas nós, comodistas, que o queremos?
Andreia Gonçalves (Finalista)
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segunda-feira, 21 de julho de 2014
Definir prioridades
A primeira fase do processo de (re)definição de prioridades é o levantamento de informação sobre as nossas tarefas (regulares e esporádicas) e do tempo aproximado que cada uma demora a ser executada. Só assim conseguiremos ter uma ideia sobre se estamos a alocar tempo suficiente às tarefas realmente importantes para o trabalho que desenvolvemos.
A definição de prioridades depende de três fatores: Importância, urgência e complexidade das tarefas. Tendo em conta estes fatores, é possível criar uma matriz que nos ajudará a estabelecer o grau de prioridade das nossas tarefas regulares:
Não importante, mas urgente – Tarefas que podem não ser relevantes para os nossos objetivos/trabalho, mas de que o trabalho de outras pessoas pode depender. Em caso de conflito de prioridades, será necessário dizer não, delegar ou redistribuir.
Nem importante, nem urgente – Tarefas que ficarão para o fim e serão feitas nos tempos mortos ou, eventualmente, redistribuídas. Contudo, é preciso não esquecer o fator “oportunidade”, isto é, se a tarefa for continuamente adiada, a sua execução poderá deixar de ser útil.
Quanto às tarefas complexas, estas devem ser feitas nos momentos mais calmos, pois precisam de uma maior concentração para serem executadas. Caso isso não seja possível (e se forem urgentes), o melhor será escolher-se um local isolado para as desenvolver.
Finalmente, as tarefas de que não gostamos devem ser executadas no início do período de trabalho, sem o que serão antecipadas com desagrado e eternamente adiadas, o que afetará inevitavelmente os níveis de concentração.
Fontes:
- Apontamentos da aula de PSA III
- http://patriciainez.blogspot.pt/2010/07/administracao-do-tempo-matriz-do-tempo.html
- BORGES, Maria João (2011), Secretariado: uma visão prática, 2ª edição, Lisboa: ETEP
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
Secretariado: facilitador ou dificultador?
Em bom rigor, qualquer técnico de secretariado deverá agir sempre de acordo com as diretrizes que recebe das chefias. O que acontece, por vezes, é que – sendo meramente humanos – estes profissionais tendem a interceder com mais afinco pelas pessoas que os tratam de forma respeitosa e que lhes dão informações mais detalhadas sobre aquilo que pretendem tratar com as suas chefias. E, se um(a) assistente quiser dificultar o acesso à respetiva chefia, fá-lo-á – com sucesso!
Ora, não é preciso ser um “cão de fila” para proteger o tempo das chefias, pois, barrar o acesso a estas, sem motivo, não é opção. Muitas oportunidades poderão, assim, ser perdidas e muitas ligações quebradas.
Do ponto de vista de alguém que faz atendimento, algo tão simples como perceber que a outra pessoa o(a) respeita é suficiente para impulsionar o início de uma relação profissional de sucesso. E à medida que a relação de um fornecedor/parceiro/subordinado com um(a) assistente pessoal melhora, a relação com a respetiva chefia também se torna mais forte. A meu ver, isto acontece porque as chefias sabem que contam com profissionais leais e de confiança, e acreditam que o input que recebem dos mesmos é relevante. Diria até fulcral.
Assim, um(a) assistente pessoal pode, na verdade, ser a chave para o sucesso de uma relação entre empresas. Para além disso, o secretariado também deve assumir uma postura cordial e profissional com todo o tipo de pessoas: gestores, vendedores ou colegas. Afinal, nunca se sabe em que circunstâncias voltará a cruzar-se com estas pessoas e se estas terão a hipótese de interceder a seu favor.
Resumindo: “never burn bridges”!
Andreia Gonçalves (Finalista).
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
7 de maio | Dia da Responsabilidade Social 2014
Susana de Salazar Casanova
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O dia começou bem cedo: às 8:00 horas, reunimo-nos no átrio da universidade, para fazer a acreditação e receber os equipamentos necessários para este dia de trabalho (t-shirt, boné e púcaro). Depois, em grupos de 50 voluntários, fomos a pé até ao parque, onde os team-leaders nos receberam e nos distribuíram pelas diversas atividades: limpeza dos caminhos, tratamento dos bancos de jardim e ainda limpeza e pintura das casas de banho, da fonte e do campo de basquete.





























